quinta-feira, 19 de julho de 2012

Esquece! Remédio mágico para perder peso não existe!

Uma pesquisadora da Universidade do Oregon revisou estudos sobre os suplementos de emagrecimento, e trouxe más notícias para os que esperam um remédio mágico para perder peso: isso não existe.

Melinda Manore revisitou as evidências de centenas de suplementos para perda de peso, uma indústria que só nos Estados Unidos movimenta U$ 2,4 bilhões (R$ 4,21 bi). De acordo com ela, não existe nenhuma comprovação de eles ajudam aperder peso significativamente, e muitos ainda trazem problemas de saúde.

Alguns produtos, como o chá verde, fibras e suplementos com pouca gordura, podem ter benefícios modestos na perda de peso (cerca de dois quilogramas), mas é importante saber que a maior parte dos remédios foram testados como parte de uma dieta de redução de calorias.

“Para a maioria das pessoas, a não ser que elas alterem a alimentação e comecem a se exercitar diariamente, nenhum suplemento vai ter um impacto grande”, comenta Manore.

Manore analisou remédios que entram em quatro categorias: produtos que bloqueiam a absorção de gordura ou carboidratos, estimulantes como a cafeína e a efedrina que aumentam o metabolismo, produtos que contém ácido linoleico conjugado, que modificam a composição do corpo diminuindo as gorduras, e supressores de apetite, como as fibras solúveis.

Ela descobriu que muitos produtos não passaram por bons testes clínicos, que examinassem a efetividade do remédio, e a maior parte das pesquisas não incluiu exercício físico. A maioria dos produtos mostrou menos de um quilo de redução do peso, quando comparado aos grupos com placebo.

“Eu não sei como você elimina o exercício da equação”, comenta Manore. “O exercício é crucial não só para perder peso e manter a massa muscular, mas também para manter o peso”.

Em geral, o que as pessoas querem é perder peso e manter ou aumentar a massa magra. Não há evidência de que algum suplemento faça isso. E alguns têm efeitos colaterais, desde simples, como gases, até muitos sérios, como derrames e problemas de coração.

Manore comenta que a chave para perder peso é comer alimentos integrais, frutas, vegetais e carnes magras, reduzir o número de calorias ingeridas, e se manter em movimento. Dependendo do indivíduo, aumentar a quantidade de proteínas pode ser bom (especialmente aqueles que não querem perder a massa magra), mas o único modo de perder peso é modificar o estilo de vida.

“Adicionar fibras, cálcio, proteína e tomar chá verde pode ajudar”, afirma. “Mas nenhum desses vai ter muito efeito a não ser que você se exercite, coma frutas e vegetais”.

As linhas gerais de Manore, sobre estilo de vida, incluem:

* Não saia de casa pela manhã sem ter um plano para a janta. Comer espontaneamente geralmente dá margem para opções mais pobres.

* Comece a refeição com muita salada, molhos de baixa caloria ou uma sopa com base de legumes. Você vai se sentir muito mais cheio e não vai comer tanto depois. Melhor ainda: peça apenas um aperitivo como extra à salada.

* Ache formas de se manter em movimento, principalmente se o seu trabalho é sedentário. Manore afirma que ela usa telefones sem fio para poder andar enquanto conversa. Durante reuniões longas, peça para ficar em pé ou caminhe por pequenos períodos, assim você não fica sentado o tempo todo.

* Coloque vegetais em toda refeição possível. Coloque no molho da massa, junto às carnes, ou apenas coma frutas e vegetais sempre que der fome.

* Aumente as fibras. A maioria das pessoas não come fibras suficientes.

* Tente comer as frutas e vegetais ao invés de bebê-los. Comer uma maçã é melhor do que um suco de maçã. Também é melhor comer alimentos que ocupam mais espaço, como frutas maiores.

* Elimine os alimentos processados. Manore comenta que algumas pesquisas mostram que esse tipo de comida é pior para a digestão.

Fonte: Science Daily, através do site http://www.meunutricionista.com.br/noticias.exibir.php?id=2782 em 09/03/2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

5 dicas para tornar sua alimentação mais prazerosa

Preparamos 5 dicas super fácies e simples para tornar o momento da refeição algo divertido e gostoso para você e sua família, confira:

Dica #1: Sirva os alimentos em travessas e pratos bonitos

Aqui vale lembrar que beleza não é sinônimo de coisa cara e sim de bom gosto.
Não sirva os alimentos em  panelas, travessas lascadas ou trincadas. 
Tenha sempre o cuidado com a apresentação da comida. Afinal, todos nós começamos a comer com os olhos.
Um alimento bem apresentado deixa a gente curioso pra querer provar!
Ah... e se você quiser dar um destaque ainda mais especial a sua comida, sirva-os em travessas e pratos brancos. Pois assim as cores dos alimentos ficarão super realçadas!




Dica #2: Decore suas preparações com
ervas e especiarias

Sabe quando você vai a um restaurante e o prato vem com uma raminha de salsa ou cebolinha ou manjericão?
Aquilo não é lindo aos olhos?
Então...e porque você acha que não merece esse mimo em casa também?
É super simples e fácil, afinal esses ingredientes são itens básicos de qualquer cozinha. 
Basta higienizar e pronto! 
Você já tem com o que decorar seus pratos!



Dica #3: Coloque rodelas de laranja ou limão dentro da jarra de água ou suco

A princípio parece uma coisa super boba, mas dá um charme super especial à refeição.
Sem contar que você acaba estimulando as pessoas a consumirem água ou suco ao invés dos refrigerantes, por exemplo.
Você pode colocar fatia de laranja ou limão dentro de uma jarra simplesmente com água filtrada ou colocar nos sucos.
Aproveite para soltar a criatividade e decorar sua bebida com outras frutas.
Deixe sua imaginação rolar solta!



Dica #4: Alimente-se em locais calmos e agradáveis

Evite ver TV ou escutar rádio neste momento. Torne o ato de alimentar-se ainda mais prazeroso colocando ao fundo uma música suave e calma. Algo bem tranqüilo, que faça você parar por alguns minutos e apreciar a cor e o sabor dos alimentos que está ingerindo.
Pode parecer bobo, mas muitas vezes a gente acaba comendo rápido por causa dos ruídos a nossa volta...pense por exemplo em shoppings...quem consegue saborear com calma uma refeição em uma praça de alimentação super barulhenta?
Se quiser, vale colocar à mesa um vasinho de flor. 
Para dar um gracejo!




Dica #5: Saboreie a companhia

Por conta do corre-corre dos tempos atuais, as pessoas acabam usando o horário das refeições como reuniões com a família...Pois é um dos poucos horários que as pessoas da casa conseguem se encontrar. 
Ai aproveitam para falar do salário que não é suficiente para as contas, para puxar a orelha do filho que está indo mal na escola ou para discutir a relação do casal.
Quem consegue comer com um estresse desses?
Aproveite esse momento para os elogios! Elogiar a comida, a decoração dos pratos e da mesa, elogie quem está junto com você. Busque partilhar alegria neste momento, fale de coisas agradáveis. 

Com o tempo você vai ver que se alimentar (mesmo com um tempo curto) 
vai se tornar algo muito mais divertido e sua família também vai gostar de ter esse momento de união e diversão!

Quem sabe um dia ainda vai chegar o tempo em que todos da família ficarão na cozinha rindo e se divertindo enquanto a refeição é preparada...assim como era feito antigamente. Aonde a cozinha era o centro da casa!


Tente fazer isso com sua família nem que seja aos domingos...
você vai perceber que os alimentos tem o poder de unir as pessoas!



quinta-feira, 21 de junho de 2012

Orgânicos, conheça um pouco mais sobre eles!

O que é um alimento orgânico?


Trata-se do alimento produzido em sistemas que não utilizam agrotóxicos (inseticidas, herbicidas, fungicidas, nematicidas) e outros insumos artificiais tóxicos (adubos químicos altamente solúveis), organismos geneticamente modificados – OGM / transgênicos ou radiações ionizantes. Esses elementos são excluídos do processo de produção, transformação, armazenamento e transporte, privilegiando a preservação da saúde do homem, dos animais e do meio ambiente, com respeito ao trabalho humano.


Quando podemos dizer que um produto alimentar é orgânico?
Considera-se produto da agricultura orgânica, seja in natura ou processado, todo aquele obtido através dos princípios e normas específicas da produção agropecuária ou industrial orgânica. Para um alimento processado ser considerado orgânico e receber o selo de qualidade, é preciso que contenha pelo menos 95% de ingredientes originados da agricultura orgânica.

Como saber se o produto é orgânico?
Existem instituições certificadoras e associações que são responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização da produção. Cerca de 20 certificadoras atuam no Brasil.


Conheça as diferentes formas de produção de alimentos:

A agricultura orgânica busca o equilíbrio nas técnicas de produção 
para chegar o mais próximo possível do que acontece na natureza. 
As práticas utilizadas nas propriedades orgânicas apontam para o convívio inteligente com a natureza.

Desde que abandonou a vida primitiva, o homem vem modificando intensamente o ambiente em que vive. Nesse processo, houve alteração de hábitos alimentares pela introdução de substâncias tóxicas, alimentos excessivamente processados, irradiados, geneticamente alterados, além do consumo exagerado de gorduras, açúcares e sódio, conforme tabela abaixo,



E SE NÃO FOR POSSÍVEL CONSUMIR ORGÂNICOS?
Como reduzir os resíduos de agrotóxicos dos alimentos convencionais?

Dê preferência à compra de frutas e verduras da épocaFora da estação adequada é quase certo que uma fruta, verdura ou legume tenha recebido cargas maiores de agrotóxicos. É por isso que, quando você não encontrar tomate, cebola ou outros produtos na feira orgânica, não está na época deles. Escolha outro produto que os substitua em termos nutricionais;
• Como ainda são poucas as frutas produzidas organicamente, procure sempre descascar as frutas, em especial os pêssegos, pêras e maçãs. Alguns resíduos de agrotóxicos ficam depositados nas cascas;
Lave bem as frutas e verduras em água corrente e coloque-as numa solução de água com um pouco de vinagre (4 colheres para 1 litro). Esse procedimento pode reduzir uma pequena parte dos resíduos de agrotóxicos de contato, além de possíveis contaminações microbiológicas;
Retire as folhas externas das verduras que, em geral, concentram mais agrotóxicos;
Retire a gordura das carnes e a pele do frangopois algumas substâncias tóxicas se acumulam em tecidos adiposos;
Diversifique nas hortaliças e frutas. Além de propiciar boa variedade de nutrientes, reduz a chance de
exposição a um mesmo agrotóxico empregado pelo agricultor;
Dê preferência aos produtos nacionais e de sua região. Alimentos que percorrem longas distâncias, como os importados de outros países ou de regiões distantes, normalmente são pulverizados pós-colheita e possuem alto nível de contaminação por agrotóxicos.


Todas as informações acima foram retiradas do guia "ALIMENTOS ORGÂNICOS, Um guia para o consumidor consciente", de Moacir Roberto Darolt.

Gostou do texto e quer ter acesso ao guia na íntegra?
Então clique no link abaixo e baixe a versão em pdf:
Versão em PDF do Guia Alimentos Orgânicos






quarta-feira, 20 de junho de 2012

Leve marmita para o trabalho e economize de forma saudável

Quem trabalha fora sabe quanto se gasta ao comer em restaurantes e lanchonetes na rua. Além disso, é difícil garantir uma alimentação saudável e balanceada com as tentações dos restaurantes self service e com as opções rápidas de lanches e salgados – aliados da falta de tempo, mas vilões para a saúde.

Mas há um jeito de aliar mudança de hábitos alimentares e economia de dinheiro: levar alimentos preparados em casa para as refeições no trabalho, a popular marmita.

Trocar o almoço nos restaurantes por marmita pode trazer vários benefícios, dos mais saudáveis aos financeiros. Primeiro porque, no supermercado temos a liberdade de escolher legumes e verduras mais saudáveis e livres de agrotóxicos. E em casa, o tratamento e higienização dos alimentos podem ser feitos com mais cautela. Garantindo o maior sabor e segurança para sua alimentação.

Segundo informações do Finanças na Balança, uma pessoa que recebe diariamente R$ 12 de vale alimentação, pode acumular cerca de R$ 3.168,00, em um ano (264 dias úteis). O valor economizado pode financiar um curso, computador ou até mesmo as férias.

Os brasileiros gastam hoje mais que o dobro do que gastavam há nove anos para comer fora de casa, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular. Esse fato está impulsionando o crescimento do setor de alimentação fora do lar ou food service.

Uma pesquisa mostrou que o almoço fora de casa custa, em média, R$ 27,46 no Brasil. O valor representa um aumento de 2,54% em relação ao levantamento apresentado no ano passado, que apontava a média de R$ 26,78. Neste mesmo período (janeiro a outubro de 2011), o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) específico dos alimentos e bebidas evolui 4,76% e o IPCA geral avançou 5,43%.  Segundo dados da pesquisa, o aumento dos estabelecimentos de até 50 lugares – que passaram a representar 34% da amostra contra 18% do ano passado –, motivou a pequena variação do preço médio de refeição. Os restaurantes com 50 ou mais lugares (66% de amostra) tiveram um crescimento médio de 10% no valor da refeição completa.

Bom para o bolso e para a saúde

Segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o número de brasileiros obesos aumentou consideravelmente nos últimos anos. Em 2004, dois em cada quatro brasileiros estava acima do peso, hoje a proporção é de um em cada dois, ou seja, metade da população sofre de obesidade.

O ideal é preparar refeições caseiras, que possam ser mais balanceadas e sobre as quais o consumidor tem controle da procedência de todos os ingredientes. 

Comer na rua frequentemente significa aumentar significativamente a quantidade de sal e condimentos nos pratos, com isso, também aumentam as quantidades de sódio, gordura e açúcares.

Bom para o corpo e para o bolso de quem toma o novo hábito, com dinheiro mais bem aplicado e poupança de saúde a longo prazo.

Fonte: Consumidor Moderno
Por: Paula Furlan, através do site http://www.meunutricionista.com.br/noticias.exibir.php?id=2798 em 12/03/2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Beber água auxilia no equilíbrio do peso corporal

Em 2010 foi publicada uma interessante revisão sobre os efeitos da ingestão de água no controle de peso. Os resultados mostraram que beber água resulta numa ingestão menor de calorias e maiores taxas de oxidação de gordura quando comparado a outras bebidas. O leitor aqui vai se perguntar: então água emagrece?! A resposta é: sim!

Não quer dizer que a água tenha um componente mágico e emagrecedor. Ao beber mais água, o indivíduo deixa de consumir bebidas calóricas como sucos, chás e refrigerantes adoçados. Mesmo que essas bebidas tenham um índice glicêmico considerado baixo, podem fornecer em torno de 120 a 200 kcal/por porção e essa quantidade de açúcar eleva a concentração de insulina, resultando momentaneamente na diminuição da queima de gordura.

O consumo de refrigerantes do tipo “cola”, sucos e leite pode agregar 10 a 15% a mais de calorias numa refeição quando comparados a beber água, refrigerante diet ou não beber nada. Estratégias como ensinar e estimular as crianças a beber água durante o dia nas escolas resultaram numa manutenção do IMC, quando comparados ao grupo de crianças que não recebeu esse estímulo.

Ainda faltam dados sobre intervenções randomizadas e a longo prazo sobre o efeito da ingestão hídrica na perda de peso e prevenção da obesidade em crianças e adultos, mas pode-se dizer que há fortes evidências para recomendar o aumento no consumo de água para o controle do peso.

Fonte: Nutrition Today, através do site http://www.meunutricionista.com.br/noticias.exibir.php?id=2770 em 07/03/2012

quarta-feira, 28 de março de 2012

Brigadeiro de Cenoura

Páscoa, coelho, cenoura e chocolate...
HUMMMMM.....
...e se juntar tudo e fizermos um brigadeiro de cenoura?

Garanto que nem o coelhinho com sua visão perfeita vai notar diferença!!

Essa foi a abordagem que a minha amiga e Nutri, Marcela Sansone, deu em sua aulinha aos pimpolhos na escola em que ministra cursos sobre educação nutricional.
E eu estava lá, de ajudante, e conto que a garotada caiu de boca!
Até quem nunca tinha comido cenoura lambeu o potinho!

Pra provar que eu não estou mentindo, veja as fotos dos pimpolhos lambendo os dedos:




A nutris em ação:


Patricia Ambrogi=====>



Receita de Brigadeiro de Cenoura


Ingredientes
. 2 cenouras médias batidas no liquidificador com ¼ de xícara de leite de soja 
. 1 lata de leite condensado
. 2 colheres (sopa) de manteiga
. Açúcar cristal ou gergelim torrado para finalizar.

Modo de preparo:

Cozinhe as cenouras no vapor até elas ficarem bem molinhas, corte em pedaços médios e bata no liquidificador ou no processador com a bebida a base de soja. Reserve. 
Na hora de fazer o brigadeiro de cenoura você utiliza o mesmo processo do brigadeiro tradicional. 
Coloque na panela uma lata de leite condensado, toda a manteiga e as cenouras batidas. Misture bem e leve ao fogo médio. Misture sem parar usando uma colher de pau. Quando começar a descolar do fundo da panela, tire do fogo e deixe esfriar. 

Modos de finalizar:
1- Você pode enrolar e passar no gergelim                               2- Pode deixar em potinhos, para comer de colher













3- Enrolar bolinhas e apertar com os dedos até ficar em um formato de cone. Espetar no palito enfeitado com fitinha verde e passe no açúcar cristal ou no gergelim torrado. Com o lado liso de uma faca, encoste de leve no brigadeiro para fazer as “ranhuras” da cenoura. 




E prontinho! É só escolher o jeito que mais gostou e consumir!

Dica da nutri: Não abuse na hora de comer as cenouras, pois afinal vai leite condensado na preparação, certo?! O ideal é comer de 2 a 3 cenourinhas prontas.

terça-feira, 27 de março de 2012

SALMÃO

Além de saboroso é altamente nutritivo.
Que tal variar um pouco seu cardápio e colocar mais peixes em sua dieta?

Conheça um pouco mais sobre o SALMÃO:
É um peixe de águas frias que funciona como protetor do coração, pois é rico em ácidos graxos ômega-3, que evitam a formação das placas que obstruem as artérias, reduzem o colesterol e combatem os triglicerídeos. 

De acordo com diversos estudos científicos, comer salmão de duas a três vezes por semana garante benefícios para a saúde de crianças, adultos e idosos. Pode ser consumido: assado, grelhado e também em forma de sashimi.

O salmão é rico em proteínas de alto valor nutritivo, superior ao de carnes vermelhas (como as de boi e porco). Além disso, as proteínas dos peixes são de alta digestibilidade, favorecendo o processo de digestão.

O ômega-3 está presente em maior quantidade nos peixes de águas salgadas e frias, como atum, arenque, bacalhau, sardinha e salmão. Os de águas doces também apresentam ômega-3, mas em quantidade muito inferior quando comparados aos primeiros.