segunda-feira, 24 de março de 2014

Programa Bela Cozinha, na GNT


Olá, queridos leitores e amigos!
Como sempre digo que conhecimento a mais nunca é demais e o que é bom deve ser partilhado, venho hoje compartilhar de uma nova descoberta que me deixou fascinada!

É o programa sobre alimentação chamado BELA COZINHA, da Bela Gil, filha do Gilerto Gil, que passa na GNT.

Neste programa ela passa de uma forma muito clara os conceitos e filosofia de uma alimentação saudável, o que vai super de encontro com o que eu penso e recomendo aos meus clientes, amigos e família!

Segue abaixo 17 mandamentos da Bela Gil, comentados por mim (comentários em azul):
1)     Manter o pH do sangue alcalino com uma alimentação baseada em plantas, grãos e feijões. 
A ingestão de limão diariamente ajuda a manter o organismo alcalino. Por isso recomenda-se o consumo de água morna pela manhã com gotinhas de limão ou ainda o suco de couve, sempre tendo limão como 1 de seus ingredientes
2)     Comer devagar e mastigar muito bem os alimentos. 
Afinal a digestão se inicia na boca. Quando ingerimos alimentos sem mastigar corretamente, vai para o nosso organismo moléculas muito grandes, que o nosso intestino não é capaz de absorver completamente, gerando assim um quadro de disbiose intestinal.
3)     Evite beber líquido nas refeições e opte por chás digestivos após as refeições. 
Os líquidos junto com as refeições fazem com que a gente "engula" o alimento, como se fosse um comprimido. Quando diminuímos o consumo de líquidos junto com as grandes refeições, nos forçamos a mastigar mais os alimentos até que formem uma papinha e assim poder engolir, sem precisar beber alguma coisa pra "empurrar" o alimento pra dentro. Além do que não causa nenhum desconforto gástrico.
4)     Quantidade altera a qualidade dos alimentos– a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.
Sempre digo isso. A própria natureza é sazonal. Então aproveite para consumir sempre os alimentos da época. Isso garante variedade tanto no sabor, quanto nos nutrientes que está ingerindo.
5)     Coma quando estiver com fome! 
Escute mais a si mesmo e perceba se o que está sentindo é realmente fome ou carência? Ansiedade? Depressão? Estresse? etc...Na dúvida, beba 1 copo dágua, espere 10 minutos. Se ainda estiver com fome, então coma!
Em alguns livros falam que "se você não está com fome suficiente para comer 1 maçã inteira, então você não está com fome"!
6)     Troque o supermercado pela feira.
Dica ultra importante esta! Lembre-se sempre que alimento de verdade não tem rótulo e nem propagandas na TV, OK?
Quanto mais natural e local for sua alimentação, melhor!
7)     Controle a ingestão de sal e água.
Aqui nem é necessário comentário, certo?
8)     Auto conhecimento - perceba como você se sente após comer certos alimentos. 
Aqui outra dica importantíssima!
Cada organismo é diferente do outro, pois temos nossa individualidade, gostos e tolerâncias muito particulares. Se perceba! Saiba do que o seu corpo gosta e precisa. Não é porque determinado alimento faz bem pro seu melhor amigo, que ele irá fazer bem pra você também!
9)     Compre alimentos orgânico e locais sempre que possível
Já coloquei aqui no blog a listagem dos alimentos mais contaminados por agrotóxicos, lembram? Então se você não consegue comprar todos os alimentos que consome orgânicos, compre ao menos os que são campeões de agrotóxicos, ok?
Tenho certeza que sua saúde vai agradecer o investimento!
10)   Restrinja ao máximo produtos industrializados, processados, congelados, e com excesso de aditivos químicos. (açúcar branco, farinha branca, gordura hidrogenada e trans, refrigerantes, margarinas, embutidos, sucos industrializados, enlatados). Procure sempre alimentos frescos, conservas, sopas, sucos caseiros e produtos de origem orgânica sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos, antibióticos, hormônios e aditivos sintéticos. LEIA O ROTULO ANTES DE COMPRAR ITENS INDUSTRIALIZADOS. 
Regra básica, quanto menos industrializado, melhor, ok? Nosso organismo não foi projetado pra reconhecer esse monte de aditivo químico. Assim, tudo o que a gente come, que o organismo não reconhece, se transforma em toxinas dentro do nosso corpo, causando uma série de complicações, como por exemplo inflamação nos tecidos, que pode levar à obesidade.
11)   Use cereais (arroz, painço, trigo, milho, aveia, centeio, cevada, quinoa e amaranto) e farinhas integrais. Enriqueça farinhas brancas com cereais e sementes. Varie o consumo de cereais durante a semana. 
Varie sempre os cereais também. A maior parte de nossa alimentação deve ser oriunda desta classe alimentar. Mas lembre-se que o Brasil é riquíssimo nessa diversidade, e que não existe apenas 2 tipos de arroz: o branco e o integral.
Existem esses e mais o vermelho, o comprido, o preto, fora os outros cereais, ok?
12)   Prefira a fruta in natura do que seu suco. E evite consumí-las durante a refeição ou como sobremesa para não atrapalhar na digestão. 
Aqui deixo bem claro o uso do bom e velho bom senso: tudo que é in natura é melhor, obviamente, pois está mais fresco. Porém, contudo, entretanto e todavia, se você não costuma consumir alimentos in natura por algum motivo...antes consumir as frutas por meio de sucos, por exemplo, do que não consumi-las!
13)   Não cozinhe os alimentos, principalmente os vegetais, em excesso. Prefira cozinhá-los no vapor e reutilizar a água de cocção para não perder suas vitaminas. 
Lembre-se se sempre que quanto mais se expõe o alimento ao calor, mais se perde de seus nutrientes. A melhor forma de cozinhar um alimento é no vapor!
14)    Evite leite e queijos pasteurizados, dão preferência a leites e derivados crus e/ou orgânicos. Caso não haja uma restrição nutricional do consumo de leite, prefira os seus produtos fermentados como o iogurte, kefir e a coalhada e os queijos feitos a partir do leite cru como queijo de minas curado da Serra da Canastra. 
É, sou meio contra o uso de leite. Pois acho que necessitamos do leite de nossa mãe no início da vida. Somo o único mamífero do mundo, que continua tomando leite depois de desmamados...e o pior, tomamos leite de um animal de outra espécie. OI?
Porém, caso o leite não lhe faça mal, opte por consumir leite de vaca criada solta, ok? Pois esses de caixinha estão muito, mais muito longe de ser um alimento benéfico. Pense nisso antes de dar leitinho de caixinha pro seu filho, ok?
15)   Não substitua a manteiga por margarina. Use manteiga com moderação nos  pães integrais dentro de uma dieta rica em verduras, frutas e cereais integrais. Nunca frite a manteiga, prefira a gordura do coco e os óleos vegetais. 
Gorduras são essenciais ao funcionamento do nosso organismo e manutenção da vida. Porém, consuma as gorduras de boa qualidade, como é o caso da manteiga, azeite extra virgem, oleaginosas, peixes e até mesmo algumas frutas.
A margarina é um produto alimentício sintético e cheio de gorduras trans, que aumentem o LDL (colesterol ruim).
16)   Consuma carnes em geral (peixe, frango, vaca, porco...) e ovos com moderação e evite combiná-los com os feijão numa mesma refeição pois também são fontes de proteína e podem atrapalhar a digestão. Aprenda a utilizar a carne como o tempero do prato e nao como item principal do prato.
Precisamos do grupo das proteínas em nossa alimentação. Porém não da forma exacerbada que o Brasil consome. Basta 1 bifinho de frango do tamanho da palma da mão para atingirmos a recomendação diária de proteínas. Opte sempre por carnes magras, cozidas, grelhadas ou assadas.
Caso seja vegetariano faça com uso das leguminosas, algas e cogumelos, para não deixar faltar nutrientes em sue organismo!
17)   Use com moderação sal marinho, açúcar mascavo, mel e melado. Evite o sal e açúcar refinado. 
Nada em excesso é bacana! Não é porque existem recursos mais naturais para se salgar ou adoçar alimentos que devemos cair de boca, ok?
Aprenda a curtir o sabor real dos alimentos: macarujá, limão ou até mesmo um cafezinho.
O salgado ou o doce em excesso super estimulam nossas papilas gustativas e estas acabam por perder a sutileza do sabor natural dos alimentos.


Bom, é isso pessoal....espero que tenham gostado dos tópicos acima!

Ser saudável é uma questão de escolhas, não de restrições!
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

sábado, 1 de março de 2014

Safra dos Alimentos - Mês de Março

Safra é o período de preparo do solo até a colheita de determinados alimentos, ou seja, é a época que o alimento mais produz. O plantio e a colheita na época certa proporcionam aumento da produtividade e melhoria considerável na qualidade do alimento.

Atualmente, com o desenvolvimento de novas técnicas agrícolas, foi possível realizar o cultivo de alimentos fora da época da safra padrão. Dessa forma, podem-se encontrar praticamente todas as frutas, verduras e legumes a qualquer época do ano.

Apesar da facilidade em se obter diferentes tipos de hortifrútis ao longo do ano, vale lembrar que alguns vegetais, se estiverem fora do período de safra, acabam sendo inferiores do ponto de vista nutricional e geralmente apresentam preços mais elevados. Por isso, é muito importante saber a época certa das safras, pois os alimentos “da época” tendem a serem mais nutritivos, os preços encontram-se reduzidos e o cardápio torna-se mais variado, com alimentos mais saborosos e frescos.


Lembre-se: leve essa listinha quando for ao supermercado ou feira!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Fusilli com Tomates Cereja [Vegetariano]



Bem como sabem, eu apoio a campanha Segunda sem carne,
então segue abaixo uma receitinha retirado do próprio site deles




Fusilli com Tomates Cereja [Vegetariano]

Ingredientes:
- 250 g de fusilli (sem ovos)
- 500 g de tomate-cereja, ou tomate-uva, ou ambos
- 2 colheres (sopa) de azeite
- 1 ou 2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
- Manjericão (folhas e flores)
- Tomilho fresco
- Orégano seco
- Azeite

Modo de Preparo:
Leve uma panela alta ao fogo com água e sal. Quando abrir fervura junte o macarrão e um fio de azeite. Em outra panela, em fogo baixo, coloque as 2 colheres (sopa) de azeite e o vinagre balsâmico, junte as ervas e esprema com as mãos os tomates dentro. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Mexa tudo para que os sabores se misturem. Quando o macarrão estiver cozido, pegue uma colher (sopa) da água do cozimento e coloque por cima dos tomates. Escorra a massa, misture com os tomates e regue com um pouco de azeite para soltar a massa. Experimente o sal, se precisar mais, acrescente a gosto. Divida em 2 pratos e salpique com folhas e flores de manjericão.

Fonte: Cantinho Vegetariano

Alimente uma vida mais saudável
((♥))

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Lista da ANVISA dos alimentos com maior nível de contaminação

A cada 2 anos, a ANVISA faz uma pesquisa nos Estados do Brasil para analisar o nível de contaminação de agrotóxicos nos alimentos que ingerimos.

"O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) foi iniciado em 2001 pela Anvisa, com o objetivo de avaliar continuamente os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos de origem vegetal que chegam à mesa do consumidor. O PARA é coordenado pela Anvisa que atua em conjunto com as Vigilâncias Sanitárias (VISA) e com os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen)."

E acreditem ou não, nós Brasileiros, somos a população que mais ingere VE-NE-NO!!
Muitos deles são extremamente proibidos em outros países, ou até permitidos, mas com a dosagem MUITO, mas MUITO abaixo do que a utilizada em nossa agricultura.

No dia 29 de outubro de 2013, a ANVISA divulgou os resultados da pesquisa feita em 2012, confira abaixo um resumo dela, pego neste site.

Quase um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O que vem do campo pode não ter apenas nutrientes, mas também resíduos dos produtos usados para proteger as plantações. Agrotóxico em excesso ninguém quer.

CÂNCER

A ingestão de comida com excesso de agrotóxicos de forma prolongada pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal.

Pesquisas recentes mostram a relação da exposição a essas substâncias com doenças do sistema nervoso.

Em 2010, a Academia Americana de Pediatria fez uma pesquisa com 1.100 crianças e constatou que as 119 que apresentaram transtorno de déficit de atenção tinham resíduo de organofosforado (molécula usada em agrotóxicos) na urina acima da média de outras crianças.

Em 2010, foi usado 1 milhão de toneladas de agrotóxicos em lavouras do país. Ou seja, 5 kg por brasileiro.

Veja baixo a quantidade em porcentagem que cada alimento contém de contaminação.

1 Pimentão         91,8%
2 Morango 63,4%
3 Pepino 57,4%
4 Alface 54,2%
5 Cenoura 49,6%
6 Abacaxi 32,8%
7 Beterraba         32,6%
8 Couve 31,9%
9 Mamão 30,4%
10 Tomate 16,3%
11 Laranja 12,2%
12 Maçã 8,9%
13 Arroz              7,4%
14 Feijão 6,5%
15 Repolho 6,3%
16 Manga 4%
17 Cebola 3,1%
18 Batata 0%



Se você quiser ver o relatório completo que a ANVISA lançou, clique aqui!

A dica, queridos leitores é que você compre sim estes alimentos com maior índice de agrotóxicos, mas que os compre ORGÂNICOS!
Não precisa ficar sem comer Pimentão, Morango, Pepino e Alface.
Mas neste caso leve consuma ORGÂNICOS.

Nós deveríamos SEMPRE optar pelos orgânicos em nossa mesa. Mas como ainda nem todos temos o costume, que pelo menos criemos o hábito de comprar esses, que na agricultura convencional são os mais envenenados.

Caso queira saber mais sobre orgânicos, clique no link abaixo, que eu explico melhor:


Seja um consumidor consciente!
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Você sabe o que são alimentos ultraprocessados?

Bolos, sopas, pães, biscoitos recheados, lasanha, pizza, hambúrguer, refrigerante… tudo o que é fácil de comer e já vem pronto (ou quase) dentro de uma embalagem resulta de uma série de processos industriais – o ponto central para classificar determinados produtos alimentícios comoultraprocessados.
Alguns tipos de processamento de alimentos sempre aconteceram na história. “A humanidade aprendeu a processar para conservar. A carne, antes da geladeira, era conservada em banha ou sal”, diz Maluh Barciotte, doutora em Saúde Pública e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, o NUPENS.
O problema é que, com o desenvolvimento industrial das últimas décadas, cresceu vertiginosamente a fabricação de alimentos prontos em larga escala, “vazios” em nutrientes e cujo consumo frequente acarreta problemas de saúde como colesterol, diabetes, pressão alta e obesidade.
A industrialização do setor alimentício mudou os hábitos de boa parte da população (especialmente nas cidades) e passou a ofertar produtos com mais açúcar, mais gordura saturada, mais sódio, mais substâncias químicas (como conservantes, aromatizantes e estabilizantes) emenos fibra do que o recomendado para uma alimentação saudável. “A gente compra chocolate achando que é chocolate e é só gordura hidrogenada com excesso de açúcar”, explica Maluh.
Temperos de macarrão instantâneo e tabletes de caldos prontos são um caso clássico de produto com sódio em excesso. “Se a gente já tem no Brasil tantos temperos maravilhosos, por que precisa, além deles, colocar um ingrediente ou caldos artificiais? Tudo fica com o mesmo gosto. Quando você cria o seu tempero, faz uma comida mais com a sua cara”, sugere a pesquisadora.
Para ela, os ultraprocessados são alimentos que perderam a alma. “E o problema é que hoje isso virou sinônimo de comida. Para ser saudável, a gente tem que cozinhar. É aquilo que se faz em casa, tem cheiro, tem memória afetiva, que passa por gerações”, argumenta.
O que entra na classificação?A proposta de classificação do NUPENS divide os alimentos em três tipos:

Tipo 1: Frescos ou Minimamente Processados
São aqueles que não sofrem alteração ou passam por processos que ainda mantém suas principais características nutricionais, como arroz, feijão, carne (não enlatada), peixes, legumes verduras, grãos, frutas, sucos naturais, cogumelos, leite fresco ou pasteurizado, iogurte sem adição de açúcar (de preferência feito em casa), ovos e café.
Tipo 2: Ingredientes Culinários
São as substâncias usadas para preparar a comida do dia a dia e que passam por processamento como moagem e refinamento. Alguns exemplos são açúcar, farinha, amidos, sal, óleos vegetais e manteiga.
Tipo 3: Alimentos Ultraprocessados
Tudo o que é muito processado. São comuns em quase todas as casas: pães (até o integral), biscoitos, bolos, sorvetes, chocolates, barras de cereal, refrigerantes, pratos pré-preparados (aqueles congelados de supermercado), hambúrgueres, produtos enlatados, sopas prontas, requeijão, margarina e muitos outros.
Um exemplo importante são os embutidos – mortadela, salame, presunto e salsicha. É importante não confundi-los com carne, que é classificada como alimento fresco. “Eles passaram por tantos processos químicos que perderam as características básicas de um alimento como a carne, com proteínas e gorduras adequadas”.

Por que são perigosos?Um dos maiores problemas é que o sabor do alimento não está conectado aos nutrientes. “Um bolo de amêndoas industrializado, que vem na caixinha, só tem sabor de amêndoas, mas não os nutrientes ligados àquele sabor. É como se o organismo fosse enganado”, explica Maluh Berciotte. Algumas características básicas dos ultraprocessados são:
- Têm alto poder calórico, mas com uma energia “vazia”. No processamento, perdem os nutrientes e mantém as calorias. “É um excesso de caloria que não nutre. O exemplo máximo disso é o refrigerante”, diz Maluh.
- Têm hiperpalatabilidade, ou seja, um sabor artificial exagerado, que exacerba os nossos sentidos e cria um padrão de gosto no organismo. “Uma criança acostumada a tomar refrigerante muitas vezes não consegue tomar nem água”. O mesmo acontece com sucos. Se nos acostumamos a beber suco em pó, dificilmente nosso paladar reconhece o sabor da fruta “de verdade” no suco natural.
- São alimentos altamente disponíveis para consumo. Toda essa facilidade se reflete no supermercado, com tantas opções nas prateleiras. Nunca na história humana foi tão fácil consumir alimentos prontos. É só pensar: quantas embalagens você compra que é só abrir e comer o que vem dentro?
- Contêm excesso de sal, açúcar, gorduras e substâncias químicas como conservantes, estabilizantes, flavorizantes e corantes. Por isso é tão importante ler os rótulos!
O que fazer?
Tentar reduzir a quantidade de alimentos muito industrializados é o primeiro passo. Não há uma recomendação diária máxima para consumo de ultraprocessados. “A ideia é quanto menos, melhor. Se possível, de forma esporádica”, diz Maluh. “É importante que de 60 a 70% da alimentação básica do dia a dia seja composta principalmente de alimentos frescos e minimamente processados”. Muitas vezes é possível mudar padrões simples de consumo e buscar adquirir, pouco a pouco, novos hábitos:
- Evite ingredientes refinados e “branqueados”, como açúcar refinado e farinha branca. Opte por opções integrais.
- Busque alternativas para quando estiver fora de casa. Por exemplo: batata doce tem um tipo de açúcar mais saudável que a batata normal. “Fazer um lanchinho de batata doce para levar para o trabalho é algo supersaudável”, comenta Maluh. Frutas e frutas secas também são sempre boas opções para ter na bolsa.
- Evite levar crianças às compras. Elas são mais vulneráveis às embalagens e produtos coloridos. Sem elas, fica mais fácil dizer “não” e evitar guloseimas;
- Sempre que puder, evite os sucos de caixinha ou em pó (prefira sempre os naturais) e tome o mínimo de refrigerante que conseguir;
- Procure comer frutas puras, sem disfarçar o gosto com cremes e açúcar;
- Aprenda a cozinhar refeições simples e rápidas. É uma boa forma de abrir mão da praticidade daquela pizza ou sanduíche congelados;
- Substituir o pão de padaria (feito com excesso de farinha refinada) por pão caseiro já é um ganho para a saúde. “O ideal é que as pessoas comecem a aprender receitas de pão, pode ser até de liquidificador”, propõe Maluh;
- Se tiver esta opção, prefira feiras de rua ao supermercado. As tentações são menores e a oferta de alimentos mais saudáveis costuma ser maior.
Texto retirado na íntegra do site Super Interessante

É por isso que eu saliento tanto se tem embalagem, duvide!
Alimento de verdade não tem código de barras, não tem ingredientes!

Seja consciente e 
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Risoto de Quinoa com Vegetais e Shitake [Vegetariana]



Bem como sabem, eu apoio a campanha Segunda sem carne,
então segue abaixo uma receitinha retirado do próprio site deles



Risoto de Quinoa com Vegetais e Shitake [Vegetariana]

Ingredientes:
1 xícara de quinoa
4 ½ xícaras de caldo de legumes
1 colher de sopa de azeite extra virgem
½ molho de cheiro verde picado
½ xícara de cebola picada
1 colher de chá de gengibre ralado
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de talos de salsinha
200g de shitake fatiado
1 xícara de cenouras cortadas em meia lua
1 xícara de milho cozido
1 xícara de vagem francesa picada
1 xícara de abobrinha verde picada
1 xícara de tomate perinha ou cereja cortados ao meio
½ colher de chá de mix de especiarias
sal marinho
Modo de Preparo:
Lave a quinoa em água corrente. Numa panela, junte a quinoa e 2 xícaras de caldo de legumes. Cozinhe em fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe com a panela tampada por 20 min. Reserve.
Numa frigideira, coloque o azeite, a cebola, o alho, os cabos de salsinha e o gengibre. Salteie por alguns segundos. Acrescente o shitake e salteie até dourá-lo. Junte a cenoura, o milho e a vagem. Salteie por mais 2 minutos. Junte a abobrinha e salteie por mais 1 minuto. Adicione 1 xícara do caldo de legumes e deixe cozinhar por 5 minutos. Tempere com sal e o mix de especiarias.
Acrescente a quinoa, o restante do caldo de legumes e cozinhe por mais 5 minutos. Junte o tomate e misture delicadamente. Sirva imediatamente salpicado com salsinha.
Bom apetite!
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

domingo, 16 de fevereiro de 2014

RECEITA de Frango ao curry com gergelim (levemente picante)


Frango ao curry com gergelim (levemente picante)

Rendimento: 5 porções
Tempo de preparo: 10 minutos
Cozimento: 20 minutos

Ingredientes:
- 5 filés de frango cortados em tirinhas
- suco de 1 e ½ limão
- 1 colher (sobremesa) de curry
- 1 dente de alho amassado
- sal a gosto
- 2cebolas
- 1 colher (sopa) de azeite extravirgem
- 2 colheres (sopa) de cream cheese
- gergelim branco e preto para decorar

Modo de preparo:
Em uma vasilha coloque o frango com o limão, o curry, o alho e o sal a gosto e deixe marinando por cerca de 10 minutos. Enquanto isso, pique a cebola em rodelas.
Aqueça o azeite em uma panela, doure a cebola, acrescente o curry marinado com o caldo junto.
Mexa sempre o frango até que as tirinhas fiquem seladas por completo.
Se o caldo reduzir muito, acrescente um pouquinho de água somente para terminar o cozimento do frango, por dentro.
Após aproximadamente uns 10 minutos, desligue o fogo, acrescente o cream cheese e mexa até ficar uniforme.
Ao final salpique o gergelim branco e preto.


Bon appetit!

Acompanha bem com:
arroz integral, cenoura sautee e salada de alface.

Alimente uma vida mais saudável
((♥))