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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Você sabe o que são alimentos ultraprocessados?

Bolos, sopas, pães, biscoitos recheados, lasanha, pizza, hambúrguer, refrigerante… tudo o que é fácil de comer e já vem pronto (ou quase) dentro de uma embalagem resulta de uma série de processos industriais – o ponto central para classificar determinados produtos alimentícios comoultraprocessados.
Alguns tipos de processamento de alimentos sempre aconteceram na história. “A humanidade aprendeu a processar para conservar. A carne, antes da geladeira, era conservada em banha ou sal”, diz Maluh Barciotte, doutora em Saúde Pública e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, o NUPENS.
O problema é que, com o desenvolvimento industrial das últimas décadas, cresceu vertiginosamente a fabricação de alimentos prontos em larga escala, “vazios” em nutrientes e cujo consumo frequente acarreta problemas de saúde como colesterol, diabetes, pressão alta e obesidade.
A industrialização do setor alimentício mudou os hábitos de boa parte da população (especialmente nas cidades) e passou a ofertar produtos com mais açúcar, mais gordura saturada, mais sódio, mais substâncias químicas (como conservantes, aromatizantes e estabilizantes) emenos fibra do que o recomendado para uma alimentação saudável. “A gente compra chocolate achando que é chocolate e é só gordura hidrogenada com excesso de açúcar”, explica Maluh.
Temperos de macarrão instantâneo e tabletes de caldos prontos são um caso clássico de produto com sódio em excesso. “Se a gente já tem no Brasil tantos temperos maravilhosos, por que precisa, além deles, colocar um ingrediente ou caldos artificiais? Tudo fica com o mesmo gosto. Quando você cria o seu tempero, faz uma comida mais com a sua cara”, sugere a pesquisadora.
Para ela, os ultraprocessados são alimentos que perderam a alma. “E o problema é que hoje isso virou sinônimo de comida. Para ser saudável, a gente tem que cozinhar. É aquilo que se faz em casa, tem cheiro, tem memória afetiva, que passa por gerações”, argumenta.
O que entra na classificação?A proposta de classificação do NUPENS divide os alimentos em três tipos:

Tipo 1: Frescos ou Minimamente Processados
São aqueles que não sofrem alteração ou passam por processos que ainda mantém suas principais características nutricionais, como arroz, feijão, carne (não enlatada), peixes, legumes verduras, grãos, frutas, sucos naturais, cogumelos, leite fresco ou pasteurizado, iogurte sem adição de açúcar (de preferência feito em casa), ovos e café.
Tipo 2: Ingredientes Culinários
São as substâncias usadas para preparar a comida do dia a dia e que passam por processamento como moagem e refinamento. Alguns exemplos são açúcar, farinha, amidos, sal, óleos vegetais e manteiga.
Tipo 3: Alimentos Ultraprocessados
Tudo o que é muito processado. São comuns em quase todas as casas: pães (até o integral), biscoitos, bolos, sorvetes, chocolates, barras de cereal, refrigerantes, pratos pré-preparados (aqueles congelados de supermercado), hambúrgueres, produtos enlatados, sopas prontas, requeijão, margarina e muitos outros.
Um exemplo importante são os embutidos – mortadela, salame, presunto e salsicha. É importante não confundi-los com carne, que é classificada como alimento fresco. “Eles passaram por tantos processos químicos que perderam as características básicas de um alimento como a carne, com proteínas e gorduras adequadas”.

Por que são perigosos?Um dos maiores problemas é que o sabor do alimento não está conectado aos nutrientes. “Um bolo de amêndoas industrializado, que vem na caixinha, só tem sabor de amêndoas, mas não os nutrientes ligados àquele sabor. É como se o organismo fosse enganado”, explica Maluh Berciotte. Algumas características básicas dos ultraprocessados são:
- Têm alto poder calórico, mas com uma energia “vazia”. No processamento, perdem os nutrientes e mantém as calorias. “É um excesso de caloria que não nutre. O exemplo máximo disso é o refrigerante”, diz Maluh.
- Têm hiperpalatabilidade, ou seja, um sabor artificial exagerado, que exacerba os nossos sentidos e cria um padrão de gosto no organismo. “Uma criança acostumada a tomar refrigerante muitas vezes não consegue tomar nem água”. O mesmo acontece com sucos. Se nos acostumamos a beber suco em pó, dificilmente nosso paladar reconhece o sabor da fruta “de verdade” no suco natural.
- São alimentos altamente disponíveis para consumo. Toda essa facilidade se reflete no supermercado, com tantas opções nas prateleiras. Nunca na história humana foi tão fácil consumir alimentos prontos. É só pensar: quantas embalagens você compra que é só abrir e comer o que vem dentro?
- Contêm excesso de sal, açúcar, gorduras e substâncias químicas como conservantes, estabilizantes, flavorizantes e corantes. Por isso é tão importante ler os rótulos!
O que fazer?
Tentar reduzir a quantidade de alimentos muito industrializados é o primeiro passo. Não há uma recomendação diária máxima para consumo de ultraprocessados. “A ideia é quanto menos, melhor. Se possível, de forma esporádica”, diz Maluh. “É importante que de 60 a 70% da alimentação básica do dia a dia seja composta principalmente de alimentos frescos e minimamente processados”. Muitas vezes é possível mudar padrões simples de consumo e buscar adquirir, pouco a pouco, novos hábitos:
- Evite ingredientes refinados e “branqueados”, como açúcar refinado e farinha branca. Opte por opções integrais.
- Busque alternativas para quando estiver fora de casa. Por exemplo: batata doce tem um tipo de açúcar mais saudável que a batata normal. “Fazer um lanchinho de batata doce para levar para o trabalho é algo supersaudável”, comenta Maluh. Frutas e frutas secas também são sempre boas opções para ter na bolsa.
- Evite levar crianças às compras. Elas são mais vulneráveis às embalagens e produtos coloridos. Sem elas, fica mais fácil dizer “não” e evitar guloseimas;
- Sempre que puder, evite os sucos de caixinha ou em pó (prefira sempre os naturais) e tome o mínimo de refrigerante que conseguir;
- Procure comer frutas puras, sem disfarçar o gosto com cremes e açúcar;
- Aprenda a cozinhar refeições simples e rápidas. É uma boa forma de abrir mão da praticidade daquela pizza ou sanduíche congelados;
- Substituir o pão de padaria (feito com excesso de farinha refinada) por pão caseiro já é um ganho para a saúde. “O ideal é que as pessoas comecem a aprender receitas de pão, pode ser até de liquidificador”, propõe Maluh;
- Se tiver esta opção, prefira feiras de rua ao supermercado. As tentações são menores e a oferta de alimentos mais saudáveis costuma ser maior.
Texto retirado na íntegra do site Super Interessante

É por isso que eu saliento tanto se tem embalagem, duvide!
Alimento de verdade não tem código de barras, não tem ingredientes!

Seja consciente e 
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Brasil e suas "dosesinhas" a mais...



Bom, hoje depois de muito tempo fui de fato ver o vídeo que estava rolando na internet, sobre uma cabeça de rato encontrada dentro da garrafa (lacrada) de um "refirgereco aí"... e os danos causados ao homem que bebeu o líquido do mesmo lote do produto.


Pra quem ainda não viu este video, segue o link abaixo

Eu como costumo ler muita coisa sobre alimentação, desde blogs, noticias da net, artigos até livros e sites internacionais, sei que no Brasil é permitido uma dosagem muito maior de alguns componentes (na maioria das vezes nocivos à saúde) do que fora do País.

Outro "alimento" que vem com um ingrediente "dose extra" é o novo Iogurte DANIO.
Segue abaixo um texto (escrito pela autora do canal DO CAMPO A MESA)  que explica um pouco:



["Embora não tenha nenhum apelo de grego, a origem da nova marca, batizada de Danio, está, de certa forma, ligada a essa categoria de iogurtes, caracterizada por ter uma consistência mais firme e um sabor mais acentuado."

"O Danio, que está sendo lançado hoje, é uma versão brasileira do iogurte grego que revolucionou o mercado americano. A marca já existe na Polônia e na Inglaterra, mas a fórmula é ligeiramente diferente, para se adaptar ao padrão dos consumidores de cada país. No Brasil, por exemplo, o iogurte é mais doce."

"O iogurte grego não passa de uma invenção marqueteira, diz o presidente Danone."

Brasileiro, você percebeu que é viciado em açúcar? É por causa do seu paladar, diz a indústria, que tudo aqui é mais doce. Quem tem que mudar isso é você.]


Infelizmente o órgão que deveria zelar pela vigilância e regularização dos alimentos (industrializados) aqui no Brasil é extremamente ineficaz.

Muitas substâncias alimentícias que fora do país são extremamente controladas na porcentagem que deve conter em um produto, aqui no Brasil esse composto dobra, triplica ou até multiplica indefinidamente de proporção.

Não entendo muito bem o porque dessa ineficácia!
Se a substância é cancerígena fora do Brasil, porque aqui ela é aceita?
Governo envolvido? Farmácias? Descaso?

Consumidor, FELIZmente é você quem dita as regras.
Seja mais consciente! Saiba o que está colocando na sua boca e para dentro do seu corpo! 
E acima de TUDO: Faça escolhas saudáveis!

Pense nisso e
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Em Paz com o seu Sono e com seu Corpo

Nada como uma noite bem dormida... Além de nos encher de disposição e energia, ela ajuda a melhorar o humor. Mas será que dormir bem traz mais alguma vantagem pra nossa saúde?

Sim, com certeza! ENQUANTO DORMIMOS, NOSSO CORPO PRODUZ VÁRIAS SUBSTÂNCIAS, uma delas é o tal hormônio do crescimento, que muitos chamam de GH (do inglês “growth hormone”). Ele é UM GRANDE ALIADO DA SAÚDE DOS NOSSOS OSSOS. Mas não pára por aí. O que pouca gente sabe é que o GH também participa do equilíbrio do nosso peso. Traduzindo tudo isso, DORMIR BEM TAMBÉM É IMPORTANTE PARA MANTER O PESO EM DIA, evitando naturalmente que as famosas gordurinhas em excesso se instalem no corpo.

Outra coisa importante que acontece durante o sono é a queda na produção do “hormônio do estresse”, o cortisol. QUEM DORME POUCO, PODE TER MAIS VONTADE DE COMER DOCES E/OU MASSAS ALÉM DA CONTA porque ficam com excesso de cortisol no corpo, o que aumenta o "estresse" e a compulsão alimentar.

Bom, já deu pra gente entender que dormir bem é mais do que um prazer, não é? O SONO AJUDA A MANTER O CORPO EQUILIBRADO. Então, se suas noites não estão lá muito bem dormidas, vale a pena dar uma olhada nessas DICAS PARA TE AJUDAR TER ÓTIMAS NOITES DE SONO:

O SILÊNCIO AJUDA A RELAXAR, então evite qualquer barulhinho, por menor que seja, na hora de dormir. Nada de TV ligada ou aparelho de som, por exemplo. E caso tenha muito barulho vindo de fora da sua casa, vale a pena começar a pensar em colocar um isolamento acústico na janela do quarto.

VOCÊ DORME SEMPRE COM ALGUMA LUZINHA ACESA? Então antes de mais nada, está na hora de saber que qualquer luminosidade (mesmo as que parecem inofensivas, como da lâmpada do abajur ou do outro cômodo da casa) faz com que nosso organismo produza menos melatonina do que deveria. E pra quem não sabe, a melatonina é a substância que faz sentir sono e que faz a gente relaxar profundamente durante a noite. Por isso, quanto mais escuro seu quarto estiver, melhor.

APARELHOS ELETRÔNICOS (COMO COMPUTADOR, TV, CELULAR...) FICAM MUITO MELHORES EM OUTROS LUGARES DA CASA, MAS NÃO NO SEU QUARTO. Parece exagero dizer isso, mas a verdade é que eles emitem ondas eletromagnéticas (mesmo desligados!) que podem causar insônia por atrapalhar a produção das substâncias que nos fazem dormir bem.

O NEGÓCIO É NÃO FICAR PARADO! Se você ainda não faz atividade física com frequência, comece a pensar melhor nesse assunto. Escolha alguma atividade de que gosta e procure um profissional de educação física pra orientar seus treinos. À noite você vai sentir o corpo muito mais relaxado, aí vai ser fácil pegar no sono.

COMIDA LEVE, SONO PROFUNDODurante o sono, o corpo usa toda a energia que pode pra essas funções de que falamos até agora (e muitas outras). Por isso, se a refeição da noite for muito “pesada”, difícil para o organismo digerir, ele vai usar mais energia pra isso, e menos para o que realmente interessa nesse momento. Então, faça uma refeição leve até 1 hora e meia antes de dormir. Pode ser um jantar regado a saladas, verduras e legumes cozidos, com uma porção pequena de grãos integrais e de uma fonte de proteínas (como o tofu, ovo ou a quinua, por exemplo).

NÃO TOME MUITA ÁGUA ANTES DE IR PRA CAMAAfinal, ninguém gosta de ter que levantar no meio da noite pra ir ao banheiro, não é? E o problema maior nem está no incômodo de ter que levantar, mas sim em interromper o sono profundo e todo aquele trabalho que o corpo tem nesse horário. Beba pelo menos 1 litro e meio de água durante o dia (longe da hora de dormir).

VOCÊ PRECISA DE QUANTAS HORAS DE SONO? Na verdade, não existe uma regra que serve pra todo mundo. Então, pra descobrir o que é ideal pra você, é só prestar atenção em quantas horas você precisa pra estar com pique total no dia seguinte. Pra ter uma idéia, a maioria das pessoas fica bem com 6 a 8 horas de sono toda noite.

Agora pra terminar, a dica que não pode faltar: PREFIRA ALIMENTOS NATURAIS E INTEGRAIS TODO DIA. Além de serem os campeões da saúde, eles tem o que nosso corpo precisa pra finalmente fazermos as pazes com o travesseiro (e com a balança também!).

FONTE: Site da Mãe Terra

E então, prontos para terem um sono saudável e reparador?
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Agência inglesa cria seguro de vida mais barato para vegetarianos



Foto: DivulgaçãoSeguro de vida deve ser mais barato para os vegetarianos, pois eles são muito mais saudáveis e têm menor propensão de morrer mais cedo. As informações são do website britânico MailOnline.

A agência de seguros AFI criou o que se chama “Vegetarian Term Life” (Termo de Vida Vegetariana), para recompensar as pessoas que não comem carne.
A seguradora alega que a indústria em geral, falha em não perceber que os vegetarianos correm menor risco no seguro de vida.
Os vegetarianos são menos propensos a sofrerem de doenças graves ou crônicas que por sua vez, acabam por encurtar a vida.
Segundo a Sociedade Vegetariana, o risco de alguns tipos de câncer é reduzido em até 40% em doenças do coração. A chance de desenvolver pedras nos rins e vesícula também é menor. Há também um menor perigo de intoxicação alimentar.
A nova política da seguradora oferece um desconto de 25% no primeiro ano nas apólices de seguro de vida. Mas a AFI quer implementar um desconto a longo prazo também.
A seguradora foi criada pelo casal Elaine Fairfax e Chris Fairax. O casal também promete doar todo o lucro de suas outras seguradoras para a causa animal.
“Em termos simples, os vegetarianos vivem mais tempo e são mais saudáveis ao longo de suas vidas,” disse Chris.
As seguradoras avaliam se os segurados fumam, bebem, os seus hábitos e histórico médico familiar.
“Acreditamos que um estilo de vida vegetariana, deve ter o mesmo peso na hora de calcular os prêmios. Há muita evidência para demonstrar os benefícios para a saúde adotando uma dieta vegetariana, e devem ser reconhecidos em toda a indústria de seguros,” disse Chris.
“A evidência epidemiológica indica que os vegetarianos sofrem menos de doenças crônicas, mas a indústria de seguros ainda não reconheceu isso. Algumas áreas da indústria estão trabalhando nisso, mas pode levar algum tempo,” acrescentou Elaine.
Estudos indicam que aproximadamente 4 milhões de vegetarianos vivem no Reino Unido. Mas nem todos são completamente fiéis a essa dieta.
Sendo assim, uma mulher não fumante, de 45 anos, adotando uma dieta vegetariana iria pagar 10,95 euros por mês, por uma apólice de 100 mil ao longo de 15 anos. O mesmo cenário, mas sem a adesão a uma dieta vegetariana, a mulher pagaria entre 16,39 e 18,40 euros.
Fonte desta matéria aqui
Bem que aqui no Brasil isso poderia ter também. E seria ainda mais interessante se os planos de saúde também tivessem esse conceito.
Alimente uma vida mais saudável
e adoeça menos!
((♥))

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Fábrica de sabores

TRABALHO DOCE: Assistente de criação de aromas David Coelho, 25, seleciona aromas adocicados no laboratório
Crédito: Victor Affaro
Victor AffaroUm chiclete com sabor de frutas tropicais, batatas fritas com gosto de frango assado, chá com aroma de pêssego. a maior parte dos sabores que sentimos ao provar alimentos industrializados não vem de ingredientes de verdade. gosto de cogumelo, coco ou morango, nesse caso, são resultados de combinações de ésteres, ácidos, cetonas, aldeídos. 

Eventualmente, também se usam óleos essenciais vindos da natureza, de plantas ou frutas. Transformar essas substâncias em algo palatável é o trabalho dos funcionários de empresas como a Givaudan, uma multinacional suíça responsável por criar sabores dos produtos de algumas das maiores companhias alimentícias do mundo. Não sem motivo, essas pessoas passam boa parte do dia comendo, bebendo e mascando chicletes. “É muito bom, mas também tem seu lado ruim”, diz Joerg Mille, 45 anos, em tom de brincadeira, enquanto põe a mão na barriga. O brasileiro de ascendência alemã é diretor-técnico da empresa no país, cuja sede fica em São Paulo. Em uma sala de reuniões perto dele, 10 pessoas de jaleco branco cheiram tirinhas de papel (iguais àquelas de loja de perfume) e discutem amostras saídas do laboratório ao lado. Cheirá-las também faz parte do trabalho. 

Além das guloseimas, os funcionários vivem cercados de frascos. Um deles está cheio de líquido incolor mas, quando a tampa é aberta, um cheiro familiar se espalha rápido pela sala. Fica fácil fechar os olhos e ter a certeza de estar diante de um panetone que acabou de sair do forno. “Esse aroma é uma mistura de óleos essenciais de laranja, extratos de figo, ameixa e outras coisas”, diz. 

Não é só pra dar sabor atraente que essas substâncias químicas são criadas. Elas também servem para mascarar o gosto ruim de ingredientes (o ômega-3, um derivado de óleo de peixe e sementes, é horrível) e aprimorar o paladar de enlatados, congelados e comidas desidratadas, já que o processo industrial e de armazenamento tira boa parte das propriedades originais. De acordo com dados da empresa, o aroma é o maior motivo de recompra de um produto. Você pode consumir algo por ter uma embalagem bonita, porque viu a propaganda ou por causa de uma indicação. Mas o sabor é que fará você comprar novamente”, diz Mille. 

Não à toa esse mercado de aromas para comidas e bebidas movimenta entre US$ 8,5 bilhões e US$ 10 bilhões ao ano. A Givaudan, a maior empresa do mundo na área, detém uma fatia de 25% desse bolo, seguida de multinacionais como a Firmenich e International Flavors and Fragrances (IFF). 


Victor Affaro
NA BALANÇA: O estagiário Daniel Herraez, 19, faz a pesagem de aromas doces, como baunilha, frutas e mel
Crédito: Victor Affaro

 NATURAL DE FÁBRICA 
Além das substâncias químicas, extratos naturais também entram na equação para dar sabor e aroma aos alimentos produzidos nas fábricas. Há 3 formas de tudo isso ir parar em um produto. Quando você lê “aroma natural”, quer dizer que ele foi obtido por meio de processos físicos que usam matéria-prima, retiram sua essência e aplicam no alimento. Se está escrito “idêntico ao natural”, foi criado sinteticamente em laboratório para replicar essas moléculas encontradas na natureza. Por último, “artificial” no rótulo significa que os aromistas criaram moléculas que não existem na natureza, a partir das substâncias de laboratório. 

As sintéticas são as mais usadas por serem mais baratas. Para se ter uma ideia, é necessário espremer uma tonelada de limões para obter cerca de 3 quilos do óleo essencial usado no “aroma natural”. O processo encarece o produto e por isso é menos comum nessa indústria. Ser artificial, porém, não significa que o aroma faz mal à saúde. Antes de ir para as fábricas de alimentos, moléculas com potencial para uso comercial passam por testes de toxicologia em instituições independentes. “No Brasil, seguimos normas de segurança internacionais para nos encaixarmos na regulamentação da Anvisa”, diz Barbara Lajus, diretora-executiva da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Essenciais, Produtos Químicos Aromáticos, Fragrâncias, Aromas e Afins (Abifra). 
Das 6 mil moléculas aromáticas naturais conhecidas, é possível replicar 2,5 mil em laboratório. Um aroma comercial sintético, em média, combina de 35 a 50 moléculas para isso. Na natureza é diferente. O gosto de um maracujá fresco é formado por cerca de 300 moléculas. Já o aroma do café torrado de verdade pode chegar a ser composto por mil moléculas. Mas é necessário muito menos para clonar um sabor em laboratório. “Várias moléculas não são importantes. Enquanto isso algumas estão praticamente em todos os sabores frutais”, diz Mille. 


Victor Affaro
ATÉ CHURRASCO: A aromista Graziella Viola, 33, analisa aromas salgados como bacon e cebola frita
Crédito: Victor Affaro



Gente, vamos combinar que a industria de alimentos utiliza em seus produtos o que acaba sendo mais barato, no caso em grande maioria aromas sintéticos, bem como corantes, adoçantes e etc...

Nosso organismo NÃO é preparado para lidar com essas substâncias. Ele é super esperto e aprende a "conviver" com elas. Porém uma hora o organismo entra em pane por tentar por muito tempo metabolizar essas substâncias estranhas (portanto tóxicas) e simplesmente uma hora você adoece.
Isso significa que você está saturado. Que seu organismo simplesmente não aguenta mais digerir os NÃO-ALIMENTOS que você ingere.

RESUMO => volte ao natural!
Quanto menos refinado, processada, embalado e industrializado, melhor!
Na alimentação, menos é mais!

Feche os olhos e pense numa mexerica sendo descascada. Com certeza você sentiu o aroma e se duvidar até viu o sumo da fruta vaporizar no ar.
Agora me diga. Pra que trocar a comida natural por um pacotinho com "aroma artificial de"? 

Pense nisso e
Alimente uma vida mais saudável! 
((♥))

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Vegetarianos tem melhor saúde do que onívoros

Pessoas que não comem carne são mais magras, têm menos diabetes e colesterol mais controlado, mas entre os vegetarianos também existem algumas variações.

Ser vegetariano num país que tem como pratos tradicionais feijoada e churrasco não é tarefa fácil. Os que decidem abster-se de comer carne enfrentam muitos preconceitos e desconhecimento. Porém, estudos em várias partes do mundo têm mostrado que vegeterianos não têm a saúde frágil, como muita gente acredita. Pelo contrário, eles são mais magros e saudáveis.

Segundo um relatório publicado em 2003 pela Associação Dietética Norte-americana, vegetarianos têm 50% menos risco de apresentar diabetes, menos doenças cardíacas, seus níveis de colesterol geralmente são mais controlados, assim como a pressão arterial.

Poucos sabem, mas o norte-americano Carl Lewis, um dos maiores medalhistas olímpicos, era vegano e Éder Jofre, maior nome do boxe brasileiro, é vegetariano. Dois exemplos que mostram que não consumir carne não é sinônimo de fragilidade.

Fonte: UOL


Tem interesse pelo tema vegetarianismo?

Veja a matéria abaixo

Ou clique aqui e veja outras publicações


Alimente uma vida mais saudável! 
((♥))

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Aprenda a curtir o ato de alimentar-se

Restaurantes com luz e música suaves ajudam a emagrecer

A escolha da iluminação e da música em um restaurante pode levar a uma maior satisfação com a comida e a um menor consumo de calorias.

A descoberta surpreendente - de interesse tantos de proprietários de restaurantes, quanto dos clientes - foi feita por Brian Wansink (Universidade de Cornell) e Koert van Ittersum (Universidade de Tecnologia da Geórgia).

"Quando fizemos uma rearranjo em um restaurante, descobrimos que música e iluminação mais suaves levaram os clientes a comer 175 calorias a menos e gostar mais da comida," explicou Wansink.

O professor Wansink ganhou notoriedade no ano passado ao propor uma forma de perder peso "sem perceber".

Comer sem pressa

O estudo revelou que a música e a iluminação mais suaves não alteram o que as pessoas escolhem no cardápio, mas faz com que elas comam 18% a menos do que pediram.

Inicialmente, a média de consumo foi de 949 calorias. Depois que o restaurante foi adaptado para um ambiente mais suave e mais agradável, o consumo médio baixou para 775 calorias.

A descoberta contesta a crença geral de que comer em um ambiente mais relaxado faz as pessoas comerem mais.

O que os dados mostram é que as pessoas gostam mais da comida, mas na realidade comem menos.

"Estes resultados sugerem que um ambiente mais descontraído aumenta a satisfação e diminui o consumo," diz Wansink. "Esta é uma informação importante para restaurantes de fast-food, que são frequentemente acusados de contribuir para a obesidade."

Fonte: Diário da Saúde

Dicas da Nutri:
- Se você tem 1 hora de almoço no expediente, tire este tempo para comer tranquilamente (sem pressa para ir ao banco, fazer as unhas ou resolver coisas pessoais...);
- Procure sempre ambientes mais tranquilos, evite as praças de alimentação de shoppings;
- Tenha o costume de apoiar o talher no prato para mastigar com calma cada garfada -> a digestão começa na boca;
- Não tome líquidos junto com as refeições, eles dificultam a digestão;
- Não tenha discussões de família durante o almoço e/ou jantar. Comer deve ser um ato de amor e não estressante. Deixe esses assuntos para depois das refeições;

Alimente uma vida mais saudável!
((♥)) 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ervas aromáticas são a ‘receita’ da Direção-Geral de Saúde para reduzir o consumo de sal


A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de sal seja inferior a cinco gramas por pessoa, mas os portugueses consomem cerca do dobro. Para inverter esta situação, a Direção-Geral de Saúde (DGS) tem uma ‘receita’: substituir o cloreto de sódio por ervas aromáticas.


Esta mudança irá “influenciar dupla e positivamente a saúde, quer pela redução da quantidade de sal nos alimentos, quer pelas propriedades benéficas que apresentam para a saúde”, realça a DGS no relatório “Estratégia Nacional para a Redução do Consumo de Sal na Alimentação em Portugal”, assim como no documento “Utilização de Ervas Aromáticas & Similares na Alimentação”.


Para além de “excelentes fontes de antioxidantes naturais”, as ervas aromáticas contêm, ainda proteínas, vitaminas e substâncias fitoquímicas passíveis de atuar como bactericidas, antivírus, fitoesteróis e indutores ou inibidores de enzimas, com reflexos no funcionamento dos sistemas cardiovascular, reprodutivo e nervoso e na prevenção do cancro, explica a DGS.


Veja abaixo alguns dos meus posts sobre Ervas e Temperos:


Tempere sua vida e 
Alimente uma vida mais saudável!
((♥)) 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vegetarianos têm maior longevidade do que onívoros!!

Vegetarianos têm maior longevidade do que onívoros, aponta estudo


A dieta vegetariana reduz o risco de doenças crônicas comparada à alimentação com carne.

A Ciência já provou que o consumo de carne vermelha em excesso está relacionado a um maior risco de doenças cardíacas. Se você faz parte do time que não abre mão do consumo diário de carnes, mais uma pesquisa chega para fazer o alerta à sua saúde. Um estudo publicado dia 3 de junho no JAMA Internal Medicine confirmou a relação entre longevidade e a dieta vegetariana. Algumas evidências já sugeriam que o consumo de carne poderia aumentar o risco de mortalidade, mas a ligação ainda não tinha sido confirmada. 

A pesquisa envolveu a análise de 73.308 homens e mulheres que foram separadas em cinco grupos de acordo com o consumo alimentar: não vegetarianos, semi-vegetarianos, vegetarianos que consomem peixes e frutos do mar, ovo-lacto-vegetarianos (que consomem produtos derivados do leite e ovos) e veganos (que excluem todos os produtos de origem animal). Os participantes do estudo foram acompanhados por seis anos, e durante esse período os especialistas constataram 2.570 mortes entre os voluntários, sendo que os vegetarianos tinham um índice de mortalidade 12% menor do que os carnívoros. 


Os resultados mostraram que a dieta vegetariana, sem gordura animal, está associada ao menor risco de doenças crônicas, como síndrome metabólica, hipertensãodiabetes, doença isquêmica do coração e mortalidade por doenças renais. Nos homens, os resultados foram ainda mais favoráveis. 



O grupo dos vegetarianos era composto por pessoas mais velhas, com maior nível educacional e muitos eram casados. De acordo com os pesquisadores, eles bebiam menos álcool, fumavam menos, se exercitavam mais e eram mais magros do que os carnívoros. 



Um estudo anterior conduzido pelo Cancer Institute, no Reino Unido, mostrou que vegetarianos costumam pesar menos de que quem consome carne e os veganos são ainda mais magros que os vegetarianos. 



Quatro tipos de vegetarianismo 



O vegetarianismo tem ganhado muitos adeptos que buscam através da alimentação evitar o consumo de gordura animal, principalmente da saturada proveniente da carne vermelha, reduzindo assim os riscos de doença do coração, nível de colesterol e triglicérides. Confira a seguir os quatro tipos mais comuns de vegetarianismo:

Dieta semivegetariana

Quem sempre incluiu carnes na dieta pode ter dificuldades para cortar totalmente esse alimento do cardápio. Por isso, muitas pessoas escolhem uma dieta menos restritiva, chamada dieta semivegetariana. "Os indivíduos que seguem essa alimentação limitam a ingestão de carne a, no máximo, três refeições da semana", diz a nutricionista. Com a continuidade no consumo de alimentos de origem animal, mesmo que seja em uma quantidade menor, a maioria das pessoas não precisam de suplementação de vitaminas, proteínas ou minerais. Mas a especialista adverte que, em alguns casos, a suplementação já pode ser aconselhada. "Não podemos pensar de maneira generalizada. Mesmo em uma dieta pouco estritiva como a semivegetariana, alguns indivíduos podem sofrer com a ausência de nutrientes. Por isso, antes de começar uma dieta, é essencial procurar um nutricionista", explica.  
ovos, leite e queijos - Foto: Getty Images

Dieta ovolactovegetariana

As pessoas que aderem a essa dieta excluem da alimentação todos os tipos de carnes de animais, mas continuam ingerindo ovos, leite e seus derivados - iogurte, queijo, requeijão, entre outros. "Por ser uma alimentação mais fácil de seguir no meio social, a dieta ovolacovegetariana tem um grande número de adeptos", diz a nutricionista. O leite e seus derivados são importantes fontes de proteínas, lipídios, cálcio, ferro, potássio, magnésio, zinco e vitamina D. Por isso, quem adere a essa dieta normalmente não necessita de suplementação desses nutrientes. 
alimentos consumidos na dieta vegetariana - Foto: Getty Images

Dieta vegetariana

Comumente associada à palavra vegetal, o nome vegetarianismo na verdade tem origem na palavra latina vegethus, que quer dizer força e vigor. Esse tipo exclui qualquer alimento de origem animal, como ovos, leite e todos os tipos de carne."Essa dieta, se feita da maneira correta, realmente diminui a chances de doenças e traz mais vigor ao corpo", diz a nutricionista.


Um estudo feito por pesquisadores da Cancer Research, no Reino Unido, afirma que a dieta vegetariana ajuda a proteger contra o câncer. Depois de analisar os dados médicos de 52,7 mil pessoas, com idades de 20 a 89 anos, os cientistas concluíram que as pessoas que não ingerem carne têm uma probabilidade significativamente menor de sofrerem com cânceres de diversos tipos do que as pessoas que incluem carne em sua dieta.



Mesmo que o vegetarianismo estrito seja saudável, é preciso tomar cuidado para que alguns nutrientes encontrados na carne não faltem no organismo. Segundo a nutricionista Astrid Pfeiffer, a carne é fonte de todos os tipos de proteínas que o corpo precisa. Nenhum vegetal ou fruta pode substituí-la sozinho. Mas, ao colocar na dieta diferentes tipos de vegetais e frutas, é possível suprir essa ausência. Por isso, é importante não deixar de incluir cereais integrais, leguminosas, legumes, verduras, sementes e castanhas na dieta, já que eles contêm - juntos - todos os aminoácidos essenciais e não essenciais para o corpo. 
mel - Foto: Getty Images

Dieta vegana

Muitas vezes confundidos com os vegetarianos, os veganos também tiram de sua alimentação todos os produtos de origem animal. Mas, além de carne bovina, peixes, aves, ovos e laticínios, eles não consomem mel e gelatina. "Uma pessoa vegana é vegetariana, mas vai além da alimentação, na verdade é um estilo de vida que não utiliza nada de origem animal", explica a nutricionista. Os veganos evitam também produtos de couro, lã, seda e de outros até menos óbvios que também são de origem animal, como óleos e secreções presentes em sabonetes, xampus, cosméticos, detergentes e perfumes. Como é o tipo mais estritivo de vegetarianismo, a dieta vegana precisa de ainda mais atenção a possível falta de nutrientes. 
arroz e feijão - Foto Getty Images

Nutrientes que podem faltar: proteínas

Dois importantes aminoácios encontrados na carne são a metiolina e a lisina. Ao contrário do que muitos acham, a dieta vegetariana também é rica em aminoácidos e contém lisina e metionina. "O que acontece e que costuma causar confusão é que a carne contém os aminoácidos metionina e a lisina juntos. Já os alimentos de origem vegetal não. Por isso, quem adota a dieta vegetariana precisa combinar alimentos que contenham esses dois aminoácidos ao longo do dia para obter a proteína", explica a nutricionista Astrid Pfeiffer. A metionina, segundo orienta a especialista, é encontrada no grupo dos grãos, como arroz integral, trigo em grão, quinoa, aveia, dentre outros. Já a lisina é encontrada em leguminosas, como o feijão, lentilha, ervilha, soja e grão de bico. 
lentilha - Foto: Getty Images

Nutrientes que podem faltar: ferro

Os vegetarianos podem sofrer um risco maior de deficiência de ferro, já que as principais fontes são a carne vermelha e o fígado . No entanto, eles podem encontrar o mineral nas leguminosas, como feijão, lentilha, ervilha, soja e grão de bico, que podem ferro suprir as necessidades diárias desse de ferro. "Para otimizar a absorção do ferro pelo organismo é recomendado que se ingira também uma fonte de vitamina C, pois ela ajuda na absorção do mineral. Uma boa fonte é a acerola", ensina a nutricionista. 
prato com salada e pílulas de suplemento - Foto Getty Images

Nutrientes que podem faltar: vitamina B12

Essa vitamina, encontrada apenas em alimentos de origem animal, principalmente na carne vermelha, é responsável pela manutenção do funcionamento dos sistemas nervoso e circulatório e da formação de células sanguíneas. "Esse é o único nutriente que os vegetarianos estritos realmente precisam de suplementação, já que não existem fontes que não sejam animais. Já os ovolactovegetarianos podem obter esta vitamina de ovos, leites e derivados", alerta Astrid Pfeiffer. 
Fonte: Clique aqui

Pensem ainda que nossa sociedade ainda vê a carne como sinônimo de riqueza a fartura. E que no nosso pais assim como em alguns países vizinhos há um consumo exacerbado de carne (comemorações co churrasco, churrascaria rodizio,...). O que acaba acarretando numa incidência maior das doenças acima mencionadas e ainda uma sobrecarga renal!
Se não quiser adotar uma dieta vegetariana:
-alterne os tipos de carne (entre bovina, aves e peixes);
-tente reduzir a ingestão de carne (tanto vermelha quanto as brancas);

Lembre-se que a porção de carne deve ser do tamanho da PALMA da sua mão. 
=> Qualquer quantidade acima disso é exagero! <=

ALIMENTE uma vida mais saudável! 
((♥))

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Jornal Nacional destaca estudo de Harvard que condena carne

Maior fonte de informação da população do Brasil destaca condenação de Harvard ao consumo de carne

O Jornal Nacional, provavelmente a maior fonte de informação de grande maioria da população brasileira, destacou essa semana o estudo publicado pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard que vem sendo comentado no mundo todo. Entenda mais sobre este novo estudo que condena a carne.
A matéria do Jornal Nacional começa com a seguinte afirmação:

“Um estudo realizado em uma das universidades mais prestigiadas dos EUA concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de doenças graves que podem levar à morte precocemente.”

Se você consome mais que 85g por dia (meio bife), redobre a atenção ao vídeo abaixo.

Durante a matéria, o Jornal Nacional destacou também que os estudiosos analisaram mais de 120 mil pessoas durante quase 30 anos e consideraram uma quantidade diária pequena (85g ou meio bife). Se pensarmos nos padrões de consumo considerados normais, como os grandes bifes dos brasileiros e dos norte-americanos no almoço e no jantar, os riscos podem triplicar.

Assista à matéria na íntegra no YouTube


Fonte: ViSta-se - 16.03.2012, através do site http://cantinhovegetariano.blogspot.com.br/2012/03/jornal-nacional-destaca-estudo-de.html