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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Lista da ANVISA dos alimentos com maior nível de contaminação

A cada 2 anos, a ANVISA faz uma pesquisa nos Estados do Brasil para analisar o nível de contaminação de agrotóxicos nos alimentos que ingerimos.

"O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) foi iniciado em 2001 pela Anvisa, com o objetivo de avaliar continuamente os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos de origem vegetal que chegam à mesa do consumidor. O PARA é coordenado pela Anvisa que atua em conjunto com as Vigilâncias Sanitárias (VISA) e com os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen)."

E acreditem ou não, nós Brasileiros, somos a população que mais ingere VE-NE-NO!!
Muitos deles são extremamente proibidos em outros países, ou até permitidos, mas com a dosagem MUITO, mas MUITO abaixo do que a utilizada em nossa agricultura.

No dia 29 de outubro de 2013, a ANVISA divulgou os resultados da pesquisa feita em 2012, confira abaixo um resumo dela, pego neste site.

Quase um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O que vem do campo pode não ter apenas nutrientes, mas também resíduos dos produtos usados para proteger as plantações. Agrotóxico em excesso ninguém quer.

CÂNCER

A ingestão de comida com excesso de agrotóxicos de forma prolongada pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal.

Pesquisas recentes mostram a relação da exposição a essas substâncias com doenças do sistema nervoso.

Em 2010, a Academia Americana de Pediatria fez uma pesquisa com 1.100 crianças e constatou que as 119 que apresentaram transtorno de déficit de atenção tinham resíduo de organofosforado (molécula usada em agrotóxicos) na urina acima da média de outras crianças.

Em 2010, foi usado 1 milhão de toneladas de agrotóxicos em lavouras do país. Ou seja, 5 kg por brasileiro.

Veja baixo a quantidade em porcentagem que cada alimento contém de contaminação.

1 Pimentão         91,8%
2 Morango 63,4%
3 Pepino 57,4%
4 Alface 54,2%
5 Cenoura 49,6%
6 Abacaxi 32,8%
7 Beterraba         32,6%
8 Couve 31,9%
9 Mamão 30,4%
10 Tomate 16,3%
11 Laranja 12,2%
12 Maçã 8,9%
13 Arroz              7,4%
14 Feijão 6,5%
15 Repolho 6,3%
16 Manga 4%
17 Cebola 3,1%
18 Batata 0%



Se você quiser ver o relatório completo que a ANVISA lançou, clique aqui!

A dica, queridos leitores é que você compre sim estes alimentos com maior índice de agrotóxicos, mas que os compre ORGÂNICOS!
Não precisa ficar sem comer Pimentão, Morango, Pepino e Alface.
Mas neste caso leve consuma ORGÂNICOS.

Nós deveríamos SEMPRE optar pelos orgânicos em nossa mesa. Mas como ainda nem todos temos o costume, que pelo menos criemos o hábito de comprar esses, que na agricultura convencional são os mais envenenados.

Caso queira saber mais sobre orgânicos, clique no link abaixo, que eu explico melhor:


Seja um consumidor consciente!
Alimente uma vida mais saudável
((♥))

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O que é produto light? Conheça as curiosidades dos produtos

Pra quem vê o monte de informação que os rótulos dos alimentos sempre trazem, é fácil se confundir às vezes. Produto light, diet, natural, zero, orgânico... É tanta coisa, que a gente corre o risco de levar gato por lebre. Mas pra te ajudar nessa, a gente resolveu falar um pouco sobre o assunto...



AFINAL, O QUE É UM PRODUTO LIGHT?
É o que tem pelo menos 25% de redução de algum nutriente ou das “calorias” em comparação com os similares do mercado ou com uma outra versão dele mesmo. Mas fique esperto: nem todo produto light é saudável de verdade. Às vezes a versão “original” pode estar tão lotada de sódio, gordura, açúcar ou outra coisa dessas, que a versão light nem representa uma redução tão grande do prejuízo...


DIET E LIGHT É A MESMA COISA?
De jeito nenhum. Enquanto no produto light o nutriente é só reduzido (mas ainda está presente), no diet ele é totalmente retirado. E pode ser qualquer nutriente. Isso mesmo, qualquer nutriente, e não necessariamente o açúcar, como a gente costuma ver por aí (produto diet sem açúcar é apenas um tipo de diet).
E aqui, mais uma vez vale o recado: nem tudo o que reluz é ouro! Nem tudo o que é diet faz bem! Isso vai depender do que se usa no lugar do ingrediente que foi tirado. Por exemplo, é muito comum produtos diet sem açúcar virem lotados de adoçantes artificiais e gorduras pra compensar a falta do açúcar.


O QUE É PRODUTO ZERO?
Zero e diet é praticamente a mesma coisa, pois eles não têm algum nutriente/ingrediente.


AGORA A MODA É... ORGÂNICO!
E cá entre nós, uma moda fantástica! Os orgânicos são produtos que não levam agroquímicos durante o cultivo (os famosos “agrotóxicos”) – lembrando que está mais que provado que esse monte de agroquímicos usados no Brasil faz um mal danado pra saúde. Além disso, os orgânicos são produzidos com um cuidado especial para preservar o meio ambiente e os direitos do trabalhador do campo.


E ESSE PAPO DE “CONTÉM GLÚTEN”, QUER DIZER O QUÊ?
glúten é uma proteína natural do trigo, da aveia, da cevada e do centeio. Ela não necessariamente faz mal pra todo mundo, a não ser em casos de alergia ou pra quem tem doença celíaca (que é uma inflamação do intestino que aparece quando a pessoa come alimentos com glúten, e pode levar a diarréia, desnutrição e até morte, se não for cuidada). É por isso que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) exige que as empresas informem nas embalagens se o produto CONTÉM / NÃO CONTÉM GLÚTEN.


NATURAL TEM A VER COM INTEGRAL?
Não necessariamente, mas é bem comum o alimento ser natural e integral ao mesmo tempo. Natural é o mais próximo da natureza, que não recebe aditivos artificiais como corantes, conservantes ou aromas artificiais, que muitas vezes aparecem disfarçados em forma de siglas na lista de ingredientes – olha aí mais uma dica pra ficar de olho nos rótulos.
Já o alimento integral é o que preserva as principais partes, onde estão os seus benefícios. É o contrário do produto refinado/”branco”, que perde partes importantes (como o arroz branco ou mesmo a farinha de trigo branca) e não fazem nada bem pro nosso corpo. Hora da dica: pra ver se o produto é integral mesmo, leia a lista de ingredientes. Cada item da lista aparece em ordem decrescente de quantidade, o que significa que os primeiros são os que estão em maior quantidade. Açúcar e farinha branca, por exemplo, quanto mais próximos do fim da lista, melhor.



Confira abaixo algumas outas matérias relacionadas:

- Orgânicos, conheça um pouco mais sobre eles!

- Dicas de Alimentação



Gostou dessa publicação?
Escreva nos comentários quais desta fontes você costuma usar...

Alimente uma vida mais saudável
((♥))

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Alimentação viva ganha adeptos; aprenda a usá-la no seu dia a dia

Em busca de uma vida saudável, há um crescente número de pessoas que procuram na alimentação um modo de prevenir doenças e alcançar a longevidade.
Entre as inúmeras tendências, a alimentação viva tem ganhado adeptos que descobrem que a forma antiga de comer alimentos crus é uma rica fonte de vitalidade.

No entanto, esse modo de alimentação não se resume aos legumes e verduras sem cozimento. "O crudivorismo, outro modelo que tem uma proposta parecida, não usa necessariamente os grãos germinados em suas receitas", explica Juliana de Paula Sousa, 39, terapeuta natural e especialista em plantas medicinais.
Ela conta que germinação é o processo onde as sementes, ao ficarem em contato com a água, começam a formar todo o composto vitamínico e mineral de uma planta completa.

Para o químico e "chef" de culinária viva Gilberto Basseto Júnior, 29, é nesse ponto que reside o fator terapêutico da alimentação viva. "São cápsulas ricas em nutrientes que, ao serem consumidas de forma frequente, podem até anular doenças crônicas", afirma.
Além de utilizar as sementes, os pratos dessa linha são compostos também de brotos e fermentados.

"Os brotos têm grande quantidade de clorofila, vitaminas, enzimas ativas e diversos fitonutrientes (muitos deles ainda não identificados pela ciência), enquanto os alimentos fermentados contêm microorganismos benéficos que auxiliam a digestão e colaboram para promoção de uma microbiota intestinal saudável e mais resistente a infecções", explica Basseto.

O médico Alberto Peribanez Gonzalez, especialista em nutraciência e autor do livro "Lugar de Médico é na Cozinha", acredita que por meio da alimentação viva as pessoas passam a ter contato com novos alimentos provenientes da agrofloresta e da agricultura orgânica.

"O alimento vivo bem cultivado, com água pura e adubo vegetal, pode nos prover as bactérias homeostáticas do solo, que são também as mesmas bactérias homeostáticas intestinais. Isso expande o conceito de nutrição para uma nutrição microbiológica, que é a principal nas espécies herbívoras. Hoje, o papel das bactérias no nosso metabolismo está sendo revisto em toda literatura médica. Mesmo o conceito que temos de digestão terá que ser completamente reescrito."

Para quem está interessado em experimentar essa dieta mas sente dificuldades em deixar o gosto das comidas convencionais, Sousa indica que primeiro é preciso começar a fazer trocas saudáveis para ajudar o organismo a se acostumar e não causar rejeição ao paladar.
"Troque o pão francês pelo integral, o doce de açúcar por um feito de frutas e coma sempre que possível verduras orgânicas."

Fonte: Folha UOL

Confira abaixo o post sobre germinação de grãos:


O que você acha da alimentação viva?
Teria coragem de encarar?

Alimente uma vida mais saudável! 
((♥))

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Passo a passo para germinar grãos

Em busca de uma vida saudável, há um crescente número de pessoas que procuram na alimentação um modo de prevenir doenças e alcançar a longevidade.
Entre as inúmeras tendências, a alimentação viva tem ganhado adeptos que descobrem que a forma antiga de comer alimentos crus é uma rica fonte de vitalidade.

Confira abaixo um passo a passo rápido para a germinação de grãos


Os grãos germinados são uma das bases da alimentação viva. O conteúdo de vitaminas e minerais é potencializado por meio desse processo


Para fazer a germinação, é preciso deixar as sementes cobertas por água, durante oito horas, como, por exemplo, o grão de bico. Porém cada grão tem um tempo específico para ficar de molho.


Depois, é só colocar em cima de uma peneira, para escorrer bem, e, durante um período de 24 horas, lavar as sementes duas vezes


Após os brotos começarem a se manifestar, as sementes estarão prontas para o consumo. Podem ser usadas em preparações ou apenas degustadas com tempero. Não deixe de tirar a casca antes de comê-las


As sementes de lentilhas germinadas podem ser usadas em preparações de cremes. Basta bater no liquidificador com suco de tomate e temperos, como açafrão, azeite e azeitona. Depois, é só amornar, sem ferver


Os grãos de trigo não têm cascas e são fáceis de germinar. Os especialistas indicam começar o processo com essas sementes, que poderão ser usadas na produção de pães, massas e tortas cruas, substituindo o arroz como cereal central da dieta


Outro processo da alimentação viva, os brotos são ricos em clorofilas e fitonutrientes


Para prepará-los é preciso usar sementes germinadas, colocá-las sobre um vaso com três centímetros de terra e achatá-las com a mão


Após cinco dias, a grama está perfeita para o consumo. “Esse é um dos superalimentos mais potentes da alimentação viva”, afirma o químico e chef de culinária viva Giberto Basseto


“Já o broto de girassol tem um sabor exótico, que lembra um pouco o agrião. É perfeito para decorar saladas e pode ser incluso em pratos mornos e sucos”, afirma o médico Alberto Peribanez Gonzalez, em seu livro "Lugar de Médico é na Cozinha"

Fonte: Folha UOL


Nota da Patty: Pra quem não sabe o MOYASHI é um broto muito utilizado na culinária oriental. Se alguma vez você já foi em um restaurante japonês/chinês deve te-lo visto!

E ai, o que você achou desta matéria?
Já comeu alguma vez grão germinado ou broto?
Conhece alguma receita com grãos germinados e brotos? Então me mande por e-mail ( patriciaambrogi.nutri@gmail.com ) que eu divulgo aqui no blog!

Alimente uma vida mais saudável! 
((♥))

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Dicas de Alimentação

Fonte: Restaurante Girassol

Alimente uma vida mais saudável!
((♥)) 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Dieta Alcalina - Emagreça de Forma Saudável

É muito comum, hoje em dia, encontrarmos alguém que deseja emagrecer, porém de um modo saudável e benéfico para seu corpo e organismo, procurando perder os tão desejados quilos de variados jeitos, sendo um deles a dieta alcalina, esta que pode beneficiar qualquer indivíduo realizador pela composição que é dada neste tipo de cardápio e boa alimentação.

O que é a dieta alcalina?
Assim como o próprio nome diz, a dieta alcalina baseia-se na construção de um cardápio específico, criando uma alimentação saudável e benéfica para atingir o objetivo específico que foi traçado.
A dieta alcalina proporciona a regulamentação dos níveis de pH no corpo, fazendo com que os alimentos corretos sejam consumidos para que seja possível equilibrar todo o organismo da melhor forma possível.


Benefícios da dieta alcalina

Existem várias vantagens que são aplicadas para todos os utilizadores e realizadores da dieta alcalina, sendo que a mesma permite evitar que o corpo consuma alguns minerais essenciais para o bem-estar e saúde, o que pode ocorrer quando há um alto nível de pH no organismo, ou seja, ocorre a acidez.
Os minerais que são consumidos pela acidez causam a deterioração de algumas partes do corpo e, assim, com a dieta alcalina, será possível regulamentar e equilibrar todas as substâncias que estão presentes no corpo e até mesmo evitar certos problemas que costumam ocorrer com frequência para algumas pessoas, como cãibras, contrações musculares, entre outros.

Dieta Alcalina - Exemplo de Cardápio

Após acordar:
- Um copo de água com gotas de limão

Café da manhã:
- Um copo de suco verde (maçã, pepino, couve e gengibre) OU um copo de suco de maçã com aipo
- Uma banana esmagada juntamente com uma colher de aveia ou linhaça dourada e uma colher de mel

Lanche da manhã:
- Uma xícara de chá verde
- Uma taça pequena de salada de frutas (à sua escolha) OU quatro castanhas de caju, amêndoas ou nozes sem adição de sal e duas fatias de melão com uma colher de fibras diversas

Almoço:
- Salada à vontade (alface, acelga, couve, cebola, aipo, cogumelos)
- Quatro colheres de grão-de-bico juntamente com uma colher de tahine
- Duas colheres de frango desfiado ou em pedaços

Lanche da tarde:
- Um copo de leite de soja batido no liquidificador com morangos e uma colher e linhaça
- Cinco amêndoas, nozes ou castanhas sem adição de sal

Jantar:
- Sopa de sua preferência ou um prato de grãos (lentilha, feijão branco ou preto, ervilha, etc.)

 Ceia:
- Uma xícara de chá de camomila
- Uma pera cozida

Fonte aqui

Como puderam ver, boa parte dos alimentos que acidificam nosso organismo são industrializados e processados. 

Aproxime-se da alimentação natural, sazonal, orgânica, e
Alimente uma vida mais saudável!
((♥))

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Como cozinhar pode mudar sua vida


A cura para o que nos aflige, tanto em nossos corpos e em nossa nação, podem ser encontrados na cozinha. É um lugar para reconstruir a comunidade e conexão, fortalecer os laços com a família e amigos, ensinar vivificante habilidades para os nossos filhos, enriquecer e nutrir nossos corpos e nossas almas.


Os números alarmantes que não podemos mais ignorar

No entanto, no século XXI, nossas cozinhas (e as nossas papilas gustativas) foram sequestrados pela indústria de alimentos. Nos Estados Unidos, em 1900, apenas 2 por cento de refeições foram comidos fora de casa, hoje esse número é superior a 50 por cento.
A comida como substâncias oferecida pelo sistema alimentar industrial "engana" as nossas papilas gustativas com um prazer momentâneo. Mas nossa biologia rejeita o lixo que jogamos em nossos genes e em nossas vias hormonais e bioquímicas.
Sua língua pode ser enganada e seu cérebro pode se tornar viciado pelas combinações de gordura, açúcar e sal contidos nos alimentos industrializados, mas sua bioquímica não consegue lidar com essa combinação, e o resultado deste desastre é que na América de hoje, 70% de nós está acima do peso, e as taxas de obesidade são estimadas em acima de 42% até o final da próxima década (de apenas 13% em 1960). 
Hoje, um em cada dois americanos tem ou pré-diabetes ou diabetes. Em menos de uma década, a taxa de pré-diabetes ou diabetes em adolescentes aumentou de 9% para 23%. 
Sério? Quase um em cada quatro crianças tem pré-diabetes ou diabetes tipo 2? 
Sim, e, talvez ainda mais chocante, 37 por cento das crianças com peso normal têm um ou mais fatores de risco de complicações cardiovasculares, como hipertensão arterial, colesterol elevado ou hipertensão açúcar, porque, embora a comida industrializada não faça você engordar, faz você adoecer! A indústria de alimentos tributa a nossa saúde e compromete o futuro (da saúde) dos nossos filhos. As crianças obesas ganharão menos, sofrerão mais e morrerão mais cedo.

É hora de retomar nossas cozinhas e nossas casas


Transformar a indústria de alimentos parece ser algo gigantesco, mas é na verdade um reparo fácil. A solução está em nossas carrinhos de compras, nas geladeiras, em nossos armários e em nossas mesas de jantar. Este é o lugar onde o poder está. São as centenas de pequenas escolhas que você faz todos os dias, que vão derrubar a indústria de alimentos "maléficos a saúde".

 Cozinhar comida de verdade é um ato revolucionário


Perdemos os meios de cuidar de nós mesmos.

Os Estados Unidos já estão na segunda geração de americanos que não sabem cozinhar. Algumas na América não sabem como identificar até mesmo os vegetais e frutas mais básicos, os nossos filhos não sabem de onde vem sua comida ou até mesmo que ela cresce em uma fazenda. Cozinhar significa microondas. A comida "cresce" em caixas, sacos de plástico e latas. Ler etiquetas é na maioria das vezes inútil na identificação da fonte dos alimentos, os ingredientes são na sua maioria projetos da ciência de fabricação industrial onde nada se parecem com os alimentos reais (pensem aqui nos "aromatizados com", "sabor de", "e demais compostos sintéticos"). Estamos fazendo uma lavagem cerebral de que fazer ou cozinhar alimentos custa muito caro, é muito difícil, e leva muito tempo. Por isso, contamos com alimentos de conveniência de baixo custo. Mas estes não são tão conveniente quando pensamos no quanto de dinheiro gastamos  em medicamentos por mês, em quando não se pode trabalhar porque está doente, gordo e lento, ou quando nos sentimos tão ruim que não podemos apreciar a vida mais ou curtir nossa família mais. Os americanos (e nós Brasileiros também) gastam oito horas por dia na frente de uma tela (computador ou televisão) e passa mais tempo assistindo programas de culinária que realmente cozinhando. Conveniência está, que está nos matando.
 

A "comida de verdade" pode ser mais barata


Escolha ingredientes simples, cozinhe a partir do zero, faça compras em feiras e mercados orgânicos, ou compre diretamente de produtores, hortas comunitárias. Se você fizer uma lista de compras com seus amigos e vizinhos verá que essa compra em maior quantidade e diretamente com produtores será muito mais econômica. Europeus gastam cerca de 20% de sua renda em alimentos, os americanos apenas cerca de 9%. E você, quanto gasta?

O alimento é o melhor investimento em sua saúde.


Eu acredito no poder da inteligência coletiva. Aqui no Brasil e nos grandes centros como São Paulo, temos muita sorte, pois existem vários restaurantes e chefes renomados que visam pela alimentação orgânica, natural, afetiva, e que experimentam e nos brindam com suas criações saudáveis e funcionais. Nós temos tudo o que precisamos para uma alimentação saudável ao nosso redor.  Nós somos a resposta. Nós somos os revolucionários que continuaremos a mudar o padrão de alimentação e saúde (em nós e que reverberá nos outros).

Na verdade, a comunidade é a cura!

Sim, é preciso mudar a política (no caso alguns padrões ANVISA sobre rotulagem nutricional), a fim de alterar os ingredientes de alimentos industrializados que tendem a substituir a "comida de verdade", com todo seu alto teor de gordura processada, açúcar, farinha e gordura trans encontrados em qualquer prateleira de produtos alimentícios. Sim, precisamos acabar com o marketing de alimentos para crianças. Precisamos fazer com que as escolinhas infantis tenham cantinas mais saudáveis, com alimentos de verdade, que realmente favoreça o crescimento e o aprendizado. 

Este texto foi traduzido e adaptado, clique aqui para ler o original.

Seja a mudança que você tanto espera!
((♥))

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Restaurante e Vendinha - Mercado Apanã

UHUUUUU....mais um post sobre comida!
#adoro
Natureba, então: AMO! ((♥))

Desta vez vou falar do Mercado Apanã!
Ele fica ali, pertinho da onde eu trabalho...então confesso que fiquei super feliz em descobri-lo, que já fui algumas várias vezes almoçar nele!

O esquema é simples: paga e come à vontade!


(Ótimo pra mim que sou comilona!)

No buffet tem sempre verduras, legumes fresquinhos e atpe mesmo brotos e grãos germinados (que amoooo), pois eles adotam a culinária saudável, vegetariana e optam preferencialmente por produtos orgânicos e sustentáveis, ou seja, alimentos de produtores locais, e respeitando a sazonalidade (na medida do possível, lógico!)

 Ao lado, as 3 são fotos dos meu pratos!

Muito gosto lá, a pizza integral deles!
#superrecomendo

O que acho bacana de lugares assim também é que geralmente, eles tem um local com grãos e sementes (chia, lascas de amêndoas, castanhas, linhaça, etc...), para adicionar em seu prato, tornado-o assim ainda mais saudável.


Eles não tem uma variedade muitoooo grande de preparações, mas o que tem é mais que suficiente.
Variam SEMPRE os alimentos.
E na verdade isso até está correto, pois evita o desperdício!

Além de restaurante, eles tem um mercadinho bem bacana, com verduras, cereais, produtos integrais e orgânicos. Café, chocolates, pães,...enfim, coisas bem bacanas, no geral.

Tem até livros!
(rsrs, como uma viciada em livros quando fui lá pela primeira vez comprei um lógico. Sobre grãos germinados. Em breve faço um post sobre ele. Na verdade comprei o livro pra aprender a germinar grãos...em breve farei essa experiência e lhes conto!)

Bom, pra quem se interessou e quiser saber mais,segue o site:  Mercado Apanã - clique aqui

Como final de semana tá ai, fica a dica!

Beijos e boa diversão-gastronômica! 
((♥))

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Orgânicos, conheça um pouco mais sobre eles!

O que é um alimento orgânico?


Trata-se do alimento produzido em sistemas que não utilizam agrotóxicos (inseticidas, herbicidas, fungicidas, nematicidas) e outros insumos artificiais tóxicos (adubos químicos altamente solúveis), organismos geneticamente modificados – OGM / transgênicos ou radiações ionizantes. Esses elementos são excluídos do processo de produção, transformação, armazenamento e transporte, privilegiando a preservação da saúde do homem, dos animais e do meio ambiente, com respeito ao trabalho humano.


Quando podemos dizer que um produto alimentar é orgânico?
Considera-se produto da agricultura orgânica, seja in natura ou processado, todo aquele obtido através dos princípios e normas específicas da produção agropecuária ou industrial orgânica. Para um alimento processado ser considerado orgânico e receber o selo de qualidade, é preciso que contenha pelo menos 95% de ingredientes originados da agricultura orgânica.

Como saber se o produto é orgânico?
Existem instituições certificadoras e associações que são responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização da produção. Cerca de 20 certificadoras atuam no Brasil.


Conheça as diferentes formas de produção de alimentos:

A agricultura orgânica busca o equilíbrio nas técnicas de produção 
para chegar o mais próximo possível do que acontece na natureza. 
As práticas utilizadas nas propriedades orgânicas apontam para o convívio inteligente com a natureza.

Desde que abandonou a vida primitiva, o homem vem modificando intensamente o ambiente em que vive. Nesse processo, houve alteração de hábitos alimentares pela introdução de substâncias tóxicas, alimentos excessivamente processados, irradiados, geneticamente alterados, além do consumo exagerado de gorduras, açúcares e sódio, conforme tabela abaixo,



E SE NÃO FOR POSSÍVEL CONSUMIR ORGÂNICOS?
Como reduzir os resíduos de agrotóxicos dos alimentos convencionais?

Dê preferência à compra de frutas e verduras da épocaFora da estação adequada é quase certo que uma fruta, verdura ou legume tenha recebido cargas maiores de agrotóxicos. É por isso que, quando você não encontrar tomate, cebola ou outros produtos na feira orgânica, não está na época deles. Escolha outro produto que os substitua em termos nutricionais;
• Como ainda são poucas as frutas produzidas organicamente, procure sempre descascar as frutas, em especial os pêssegos, pêras e maçãs. Alguns resíduos de agrotóxicos ficam depositados nas cascas;
Lave bem as frutas e verduras em água corrente e coloque-as numa solução de água com um pouco de vinagre (4 colheres para 1 litro). Esse procedimento pode reduzir uma pequena parte dos resíduos de agrotóxicos de contato, além de possíveis contaminações microbiológicas;
Retire as folhas externas das verduras que, em geral, concentram mais agrotóxicos;
Retire a gordura das carnes e a pele do frangopois algumas substâncias tóxicas se acumulam em tecidos adiposos;
Diversifique nas hortaliças e frutas. Além de propiciar boa variedade de nutrientes, reduz a chance de
exposição a um mesmo agrotóxico empregado pelo agricultor;
Dê preferência aos produtos nacionais e de sua região. Alimentos que percorrem longas distâncias, como os importados de outros países ou de regiões distantes, normalmente são pulverizados pós-colheita e possuem alto nível de contaminação por agrotóxicos.


Todas as informações acima foram retiradas do guia "ALIMENTOS ORGÂNICOS, Um guia para o consumidor consciente", de Moacir Roberto Darolt.

Gostou do texto e quer ter acesso ao guia na íntegra?
Então clique no link abaixo e baixe a versão em pdf:
Versão em PDF do Guia Alimentos Orgânicos